Menos, Gleisi, por favor menos, ou “menas”

Pedro Ribeiro

O ex-presidente Lula não foi condenado pela segunda vez por causa do sitio de Atibaia. Sabem por que ele foi condenado? Foi para atrapalhar sua indicação para o Premio Nobel da Paz. É isso mesmo, e não riem. Isso é o que pensa a presidente nacional do PT, GLeisi Hoffman segundo manifestou pelo seu tuiter logo após o torneiro mecânico, seu máximo líder agregar mais 12 anos e 1 mês em nova condenação proferida pela 13ª Vara da Justiça Federal de Curitiba, o que lhe dá uma conta gorda de 24 anos e uns quebrados de cana.

Alguém dentro do PT, senão o seu atual marido o ex-ministro Paulo Bernardo, precisa tomar coragem e, mesmo a contragosto e por hipnose, levar esta senhora que dirige o partido para se submeter a uma avaliação por especialistas em neurociência. Com a possibilidade de reunir em seguida uma junta médica dos mais qualificados neurocirurgiões do país, e se for preciso de Cuba e da Venezuela compondo a equipe, para garantir um pouco de enxerto de massa cefálica na ex-ministra da Casa Civil de Dilma Roussef.

Não é possível que alguém, em sã consciência, tenha a capacidade que ela possui para dizer asneiras das mais disparatadas, e esta é apenas uma das que ela tem se habituado a manifestar, para arrepios de cabelos mesmo de correligionários carecas. 

Como diria agora Ciro Gomes, imitando seu irmão, Cid Gomes, em evento da União Nacional dos Estudantes nesta semana, apenas para lembrar um fato e não por qualquer ofensa que aqui se pretenda à presidente do PT : “O lula está preso, babaca!”. Este é o fato. Não foi uma segunda condenação que o trancafiou na cela da Superintendência Regional da Polícia Federal em Curitiba. Esta nova condenação é por causa de um vistoso e bem estruturado sítio, cuja identidade do proprietário se pretendia manter na clandestinidade de um laranja, em vez de todas as evidências mostrarem as digitais do ex-presidente.


Um Prêmio Nobel da Paz para Lula, ainda que se pretendesse no delírio dessa gente acometida de febre devota que esteriliza cérebros, seria conferir o mais absoluto descrédito à instituição desta honraria. Pretender igualar a figura de Lula a uma situação que viveu Nelson Mandela, na África do Sul, é um desrespeito à nação africana e a todos aqueles que por justiça e reconhecimento receberam o diploma e que ingressaram no panteão de líderes defensores de nobres causas humanitárias.

Quem sabe a neurociência, se os companheiros da deputada presidente do PT conseguissem leva-la à análise, pudesse enfim descobrir de que material é composto os neurônios desta senhora e se de fato eles existem. Ou se é ela é um caso raro de exemplo de existência de um estágio de desenvolvimento genético que ficou perdido em algum elo da evolução humana. Vai se saber!

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Pedro Ribeiro
Pedro Ribeiro é jornalista com passagens pela Gazeta do Povo, Folha de Londrina e O Estado do Paraná. Foi pioneiro com a criação do jornal eletrônico Documento Reservado e editor da revista Documento Reservado. Escreveu três livros e atuou em várias assessorias, no governo e na iniciativa privada, e hoje é editor de política do Paraná Portal.
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