Ninguém consegue segurar preço da gasolina

Pedro Ribeiro

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Embora a concorrência tente chamar o cliente para sua bomba, o preço médio da gasolina hoje no país segue a média de R$ 6 o litro e, em alguns estados, está próximo dos R$ 7.

Estamos convivendo com a oitava alta, em setembro, nos preços dos combustíveis.

Estes sucessivos aumentos levou o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, a participar de uma reunião com o presidente  Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes, para discutir uma fórmula visando reduzir o preço dos combustíveis.

“Com todo gás, seguimos na luta pela redução nos preços dos combustíveis, mas já temos decisões práticas. A Câmara aprovou o “Gás Social”, que corta pela metade o preço do botijão para famílias com baixa renda” , afirmou Lira por meio de suas redes sociais.

O presidente da Petrobras, general Joaquina Silva e Luna disse que não há pressão por parte do chefe do presidente Bolsonaro para que a Petrobras segure o preço do combustível. “Quando nós alteramos o preço dos combustíveis, a decisão é 100% técnica, não há decisões políticas nessas alterações”, afirma.

A última alteração foi feita na semana passada. A Petrobras reajustou os preços do diesel nas refinarias em 8,89%. O aumento médio é de R$ 0,25 por litro e já está valendo. Silva e Luna afirma que a Petrobras deixou de repassar imediatamente as alterações do dólar e do petróleo Brent.

 

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Pedro Ribeiro, jornalista editor-chefe do Paraná Portal
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