No Brasil, falta vacina e logística para distribuição e vacinação

Pedro Ribeiro

eduardo pazuello, ministro da saúde, covid-19, internado, hfa, hospital das forças armadas

Enquanto no Brasil a vacina contra o novo coronavírus se transformou em questão política, onde o governo e muito menos a sociedade sabem quando haverá vacinação, em países como Estados Unidos e Alemanha, as forças armadas estão mobilizadas para auxiliar os agentes da área da saúde no mutirão de vacinação.

No Brasil, o programa de imunização não possui um cronograma concreto e existem falhas na comunicação com a sociedade. O líder do governo na Câmara dos Deputados, deputado Ricardo Barros, que já foi ministro da Saúde, disse que a vacina no país acontecerá após cinco dias de liberação pela Anvisa.

Se o governo não sabe exatamente quando o país terá vacina, imaginem a logística para vacinação. Não há um cronograma concreto de vacinação — segundo Pazuello, porque nenhuma vacina foi aprovada ainda pela Anvisa — e, até o momento, a previsão é de cobertura de 25% da população do país, cerca de 50 milhões de brasileiros, incluídos na primeira fase.

Enquanto isso, vários países se prepararam para o momento em que a vacina fosse aprovada. Alguns desses países contam com a experiência dos militares na área de logística para planejar a distribuição — é o caso de Estados Unidos, Alemanha, Portugal e Suíça.

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Pedro Ribeiro
Pedro Ribeiro, jornalista editor-chefe do Paraná Portal
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