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“No meu governo não teremos mentiras e nem covardes”, afirma Ratinho Junior

 O governador Ratinho Junior mostrou firmeza e maturidade como gestor do Executivo paranaense ao anunciar, n..

Pedro Ribeiro - 26 de novembro de 2021, 12:11

O governador Carlos Massa Ratinho Junior e secretários de Estado apresentam nesta sexta-feira (26), em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal, detalhes do plano de operação para o fim da concessão das rodovias paranaenses, que ocorre neste final de semana.
  - 26/11/2021 - Foto: Geraldo Bubniak/AEN
O governador Carlos Massa Ratinho Junior e secretários de Estado apresentam nesta sexta-feira (26), em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal, detalhes do plano de operação para o fim da concessão das rodovias paranaenses, que ocorre neste final de semana. - 26/11/2021 - Foto: Geraldo Bubniak/AEN

 

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O governador Ratinho Junior mostrou firmeza e maturidade como gestor do Executivo paranaense ao anunciar, nesta sexta-feira, no Palácio Iguaçu, o fim dos contratos do pedágio no Estado depois de 24 anos e a abertura das praças de pedágio. “É o fim do livramento do pedágio e de um ponto ruim que atrasou o desenvolvimento do Estado apagando, assim, um passado de negociações políticas e mentiras”, disse o governador.

Ratinho Junior criticou as negociações políticas e mentirosas que se transformaram na assinatura de contratos com concessionárias que além de cobrarem um dos pedágios mais caros do país, ainda não realizaram as obras contratuais. O novo modelo de pedágio, desenhado pelo governo vai contemplar obras com tarifas em até 50% em média mais baratas que as atuais, disse o governador.

Ao colocar um ponto final no atual pedágio, Ratinho Junior disse que o Paraná se transformará na “central logística da América do Sul”. Destacou o plano aeroviário que contempla uma série de obras em vários aeroportos, novos investimentos no Porto de Paranaguá, na Ferroeste e em rodovias estaduais que cortam o Estado.

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Tenho uma filosofia que sigo: Para mim, mentira é a arma do covarde e no meu governo não teremos covardes”.