O que fazer com os furas-catracas?

Pedro Ribeiro

 

Quem sabe, se houvesse maior controle, com a ajuda das autoridades da área de segurança, o número de furas-catracas no transporte coletivo da capital e região metropolitana teria uma sensível redução e cujo, hoje, prejuízo às empresas, poderia se transformar em redução no preço da passagem Em apenas três estações o aumento de usuários que não pagam pela passagem teve aumento de 114%.

Luiz Alberto diretor da Setransp informa que a média é de 28 mil invasões por semana sendo que os passageiros comuns são os que mais fraudam, não pagando passagem. Nesta semana em que houve 28 mil invasões, 9.766 foram de passageiros comuns; 4.423 de estudantes; 1.164 de torcedores de times de futebol; 4.444 de gangues e tribos urbanas e outros 8.146 não foram identificados pelo cobrador.

O principal horário dos furas-catracas é das 19h30min às 22 horas, com o registro de 5.416 invasões. Neste horário, as invasões tiveram crescimento nos últimos três anos, assim como pela manhã, entre 5h e 8h, com alta de 1,5 mil para 3,3 mil. Também houve crescimento após as 22h passando de 3 mil para 4 mil. (Com Andreza Rossini).


Post anteriorPróximo post
Pedro Ribeiro
Pedro Ribeiro é jornalista com passagens pela Gazeta do Povo, Folha de Londrina e O Estado do Paraná. Foi pioneiro com a criação do jornal eletrônico Documento Reservado e editor da revista Documento Reservado. Escreveu três livros e atuou em várias assessorias, no governo e na iniciativa privada, e hoje é editor de política do Paraná Portal.
Comentários de Facebook