Oposição virá pó e Bolsonaro já comemora vitória em 2022

Pedro Ribeiro


 

A oposição, no Brasil, morreu tragicamente. Pateticamente foi corrompida no grande balcão de negócios comandado pelo Palácio do Planalto. Partidos que, hipoteticamente, posam de Independentes, como PSDB de Fernando Henrique Cardoso, PT de Luiz Inácio Lula da Silva e MDB, de diversos donos, caíram no canto da sereia e se renderam aos milhões que Jair Bolsonaro despejou no Congresso Nacional para vencer as eleições no Senado e na Câmara. E venceu.

O país ficou órfão de oposição, a não ser que estes mesmos que dobraram os joelhos ao presidente Bolsonaro pulem do barco, o que não será surpresa, especialmente o DEM que se diz oposição, mas não contra o governo, o que dificilmente dá para entender. Rorigo Mia, um os xerifes do partido saiu da eleição com o rabo no meio das pernas: derrotado.

Eles, os deputados da oposição, não tem qualquer noção de responsabilidade sobre o que fizeram na segunda-feira, ao elegerem o aliado do presidente Bolsonaro à Câmara Federal, Arthur Lira, um cidadão que é investigado pela justiça, em troca de dinheiro via emendas para distribuírem aos seus municípios. Não votaram pela nação mas, sim, por interesses próprios.

Bolsonaro, com suas trapalhadas, vai se mantendo no governo e, agora, fica mais forte com o toma lá da cá e já fala em 2022, aliás, seu maior interesse. Bolsonaro não governa para o Brasil e para os brasileiros. Ele governa para si próprio e sua família. Até quando, pelo menos no momento, ninguém sabe.

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Pedro Ribeiro
Pedro Ribeiro, jornalista editor-chefe do Paraná Portal