Pedágio com “porteiras abertas” e confusão nas audiências

Pedro Ribeiro


 

Sobre o pedágio, que virou a “Geni” no Paraná, onde a frente parlamentar leva aos quatro cantos do Estado as palavras de ordem contra a outorga e tarifas mais baixas, é preciso fazer uma pergunta não apenas para esse entusiasta grupo, mas também ao governador Ratinho Junior: se a licitação não acontecer até novembro, quando se encerram os contratos da atual concessão, as praças de pedágio serão abertas quem cuidará desse patrimônio?

Provavelmente a licitação não acontecerá este ano, pois o modelo híbrido com outorga, que o governo federal quer empurrar goela abaixo dos paranaenses, ainda está no calor das discussões em audiências públicas, portanto, é possível que venha uma prorrogação de prazo desses contratos.

É bom lembrar que, no Rio Grande do Sul, quando terminou a concessão, as porteiras foram abertas e nunca mais o governo daquele estado conseguiu fechá-las.

Os ânimos nas audiências públicas estão cada vez mais exaltados e a pressão já bateu na porta do Palácio Iguaçu. Em Cornélio Procópio, o deputado Luiz Cláudio Romanelli, um dos mais ativos atores dessa empreitada, teve que enquadrar – colocar no devido lugar – o inconsequente deputado federal   Boca Aberta. O cidadão, acostumado a confusões para ganhar alguns segundos de fama, foi repreendido por Romanelli e ainda acabou levando uns empurrões de um vereador local.

Fica, portanto, a pergunta. Com a palavra, os parlamentares e o governador Ratinho Junior

 

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Pedro Ribeiro, jornalista editor-chefe do Paraná Portal
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