Ricardo Barros repudia o ativismo político no judiciário

Pedro Ribeiro

Ricardo Barros foi ministro da Saúde

Analistas, jornalistas, cientistas políticos e políticos se debruçaram em cima do vídeo que mostrou a fratura exposta do governo Jair Bolsonaro durante reunião ministerial no dia 22 de abril, onde palavrões não recomendáveis a menores de 21 anos foram a tônica do encontro. Muito pouco se ouviu sobre a tentativa de interferência na Polícia Federal, conforme denunciou o ex-ministro Sergio Moro, embora com destaque para armamento da população para se evitar a ditadura no país.
Ri ardo Barros, deputado federal pelo Paraná foi um desses analistas, pela sua veia política, de mais de 30 anos no Congresso Nacional e com passagens ao lado de ex-presidentes como Dilma Roussef, Michel Temer, entre outros. Pela sua avaliação, conforme publicou no seu twitter, “a divulgação de parte da reunião que não se refere à Polícia Federal e a Sergio Moro, é abuso de autoridade”.
Para o deputado, “a investigação, inútil à justiça, mostra que o ativismo político no judiciário tem ido um calvário para o Brasil e os brasileiros”. Barros não avaliou a reunião do ponto de vista da pandemia do coronavírus ou das investidas do presidente Bolsonaro contra governadores como os de São Paulo, João Dória e do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, preferindo se aprofundar, com coragem, ao falar sobre a polêmica envolvendo Moro, Bolsonaro e o judiciário.

Previous ArticleNext Article
Pedro Ribeiro
Pedro Ribeiro, jornalista editor-chefe do Paraná Portal
[post_explorer post_id="700429" target="#post-wrapper" type="infinite" loader="standard" scroll_distance="0" taxonomy="category" transition="fade:350" scroll="false:0:0"]