Risco de faltar gasolina para viaturas policiais e país virar um caos

Pedro Ribeiro

Antes da avaliação sobre o movimento dos caminhoneiros e suas consequências na nação, um alerta feito agora pela manhã pelo presidente da Fetranspar e militar da reserva, Coronel Sergio Malucelli: “não pode haver desabastecimento dos veículos das polícias militar e civil, senão será o caos no país. Este risco é possível”.

 

O Brasil está de ponta cabeça e o governo não sabe o que fazer, a ponto de o presidente Michel Temer pedir, humildemente, prazo de três dias ao movimento dos caminhoneiros até encontrar uma solução. Fim do mundo. Um presidente da República não saber o que fazer em um momento de crise.

A dona da confusão, a Petrobras, que sabia da repercussão, tenta amenizar o impacto, baixando em 15% o preço do diesel, o que seria uma medida provisória que não atende às reivindicações dos caminhoneiros e dos empresários do setor de transporte de cargas que querem a desoneração do PIS/Cofins nos preços dos combustíveis.

Fica uma pergunta em meio a tantas outras: se a companhia baixou o preço agora, então por que aumentou? A resposta é simples: falta de planejamento e descontrole na política de preços que quiseram atrelar ao dólar e deu com os burros n’água.

Sim, a medida do presidente da empresa, Pedro Parente, foi desastrosa do ponto de vista técnico e mais ainda política. E com desculpa esfarrapada: Lava Jato, oscilações do dólar, preço internacional do barril de petróleo. Resultado: se a crise é séria, poderá se agravar ainda mais, provocando o desabastecimento no país. (Veja matéria completa sobre o movimento e suas consequências no Paraná Portal)

 

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Pedro Ribeiro, jornalista editor-chefe do Paraná Portal
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