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  Rombo de R$ 20 bilhões por ano ao Paraná

 O Governo do Paraná fez um alerta que merece atenção dos leitores e principalmente dos órgãos de seguranç..

Pedro Ribeiro - 22 de fevereiro de 2020, 10:02

Posse do Conselho de Administração do Serviço Social Autônomo Paranacidade. Tomaram posse os secretários João Carlos Ortega, secretário do Desenvolvimento Urbano René de Oliveira Garcia Júnior (foto), secretário da Fazenda e Valdemar Bernardo Jorge, secretário do Planejamento.  – Curitiba, 02/01/2019  -  Foto: Arnaldo Alves/ANPr
Posse do Conselho de Administração do Serviço Social Autônomo Paranacidade. Tomaram posse os secretários João Carlos Ortega, secretário do Desenvolvimento Urbano René de Oliveira Garcia Júnior (foto), secretário da Fazenda e Valdemar Bernardo Jorge, secretário do Planejamento. – Curitiba, 02/01/2019 - Foto: Arnaldo Alves/ANPr

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O Governo do Paraná fez um alerta que merece atenção dos leitores e principalmente dos órgãos de segurança pública estadual. Municipal e federal. Segundo o secretário da Fazenda do Paraná, Renê Garcia Junior, os prejuízos à economia do Paraná relacionados a falsificação e ao contrabando e descaminho ultrapassam os R$ 20 bilhões ao ano.

 

Este tipo de crime provocou um rombo de R$ 410 bilhões à economia do país, no período de 2016 a 2018. As falsificações, contrabando e descaminho atingem em cheio o comércio legal.

Só com cigarro e bebidas a perda ao Paraná é de R$ 3 bilhões ao ano. Outro impacto ao comércio legal é o crime organizado atuando no roubo de cargas. "Aí você tem toda a destruição de um comércio formal, principalmente o varejista", disse.

A ação dos marginais cria um ambiente de insegurança e os atacadistas não formam seus estoques no Estado. "Começam a usar de outras regiões, fortalecendo apenas estas regiões, principalmente do comércio eletrônico. Hoje o crime organizado atua em várias frentes na venda de produtos de forma muito agressiva".

Com este cenário avança a questão do descaminho, contrabando, mercado ilegal com empresas especializadas na emissão de nota fiscal, sem o lastro de origem dos produtos. "Ocorre a venda de ICMS para compensação entre os estados, ou seja, o crime organizado tomou uma vertente muito mais sofisticadas", disse o secretário.

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