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Temer não admitirá traição e Requião está na mira

O presidente Michel Temer (PMDB) reagiu com dureza em relação à senadores do PMDB que votaram favorável à continuidade d..

Pedro Ribeiro - 01 de setembro de 2016, 08:09

O presidente Michel Temer (PMDB) reagiu com dureza em relação à senadores do PMDB que votaram favorável à continuidade da presidente cassada, Dilma Rousseff (PT), na política e provocou crise na base apoio ao Palácio do Planalto.

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Parlamentares do PSDB e do DEM acusaram o PMDB de ter feito um acordo para “livrar” Dilma e amenizar sua pena por crime de responsabilidade. O fatiamento foi apontado nos bastidores como a abertura de um precedente para beneficiar futuramente a outros deputados e senadores.

Aliados de Eduardo Cunha, deputado afastado e ex-presidente da Câmara, já articulam propor a mesma estratégia de votação, em separado de seu processo, para garantir que, a despeito de eventual cassação, ele possa concorrer a cargo eletivo. (Veja no Estadão).

Temer também disse que não vai tolerar badernas, a exemplo do que aconteceu ontem em algumas cidades do país, em especial em São Paulo onde houve confronto com a polícia e que também não admitirá a palavra golpe.

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Um dos senadores que está na mira do presidente Michel Temer é o paranaense, Roberto Requião que, sendo do mesmo partido, o PMDB, foi um incansável defensor da presidente cassada, Dilma Rousseff (PT).pedro.ribeiro