Vagas para 8.517 médicos e o fim do financiamento da ditadura cubana com trabalho escravo

Pedro Ribeiro


 

O governo brasileiro acaba de lançar edital – publicado no DO desta terça-feira – para a oferta de 8.517 vagas para atuação em 2.824 municípios e 34 áreas indígenas, antes ocupadas por médicos cubanos. Os profissionais selecionados receberão salário de R$ 11.865,60 por 36 meses, com possibilidade de prorrogação. As atividades dos médicos incluem oito horas acadêmicas teóricas e 32 em unidades básicas de saúde.

O Brasil dispõe de 450 mil médicos, portanto, a saída dos 8,3 mil cubanos não vai alterar a qualidade do atendimento. A mentira do governo Dilma Rousseff seria desmascarada em vídeo de palestra interna, no Ministério da Saúde, deixando claro que o real objetivo do programa era apenas financiar o governo de Cuba. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O programa “Mais Médicos” rendeu à ditadura cubana R$ 7,1 bilhões até agora, mas a saúde pública brasileira continua a mesma. Médicos cubanos pedem asilo e salário integral para não terem de voltar a Cuba. O presidente eleito, Jair Bolsonaro, reafirma que médicos cubanos são escravos da ditadura.

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Pedro Ribeiro
Pedro Ribeiro, jornalista editor-chefe do Paraná Portal