Ainda esperando um vice, Maria Victória oficializa candidatura

Roger Pereira


Filha do ministro da Saúde, Ricardo Barros, e da vice-governadora do Paraná, Cida Borghetti, a deputada estadual Maria Victória foi lançada, nesta quinta-feira, pelo PP, candidata à prefeita de Curitiba. Ela ainda espera definições de convites ao PRTB (que lançou Luciano Pizzatto como candidato) e do SDD (que realizaria convenção nesta noite para decidir pela candidatura ou não de Fernando Franciscischini) para definir o nome de seu candidato a vice. Até agora, a candidata do PP tem os apoios confirmados de PRP, PHS e PMB.

“Vai ser uma disputa com certeza muito interessante. As pessoas estão buscando a renovação e é isso que temos para oferecer para Curitiba. O PP me escolheu como alternativa. Com inovação e renovação, que é o necessário para o bem da sociedade”, disse a candidata, que se apresenta como um nome de renovação apesar de ser de uma família tradicional da política paranaense. “É um orgulho para mim ser filha dos dois e tenho certeza que isso vem a colaborar pela trajetória política que foi traçada até hoje, com uma política série e honesta, que é o que as pessoas estão buscando”, disse. “Eu nasci na política. E quem escolhe são as pessoas, elas têm o poder de decisão. Se minha família está na política há tanto tempo, é um reconhecimento das pessoas ao nosso trabalho”.

Maria Victória também fez questão de reafirmar suas raízes curitibanas, apesar de seu pai ter feito carreira em Maringá, no noroeste do Estado, cidade que lhe deu a maior votação nas eleições de 2016, e onde seu tio, Sílvio Barros, disputará a prefeitura. “Minha mãe é de Curitiba. Os Borghetti são de Curitiba. Ela foi para Maringá quando casou com meu pai, que era candidato a prefeito com 1% das intenções de voto e acabou eleito”, aproveitando para afirmar confiar em uma arrancada de sua candidatura apesar de não estar bem posicionada nas pesquisas de intenção de voto.

Como principais propostas, a agora candidata afirma que pretende “reintegrar o transporte metropolitano e demonstrar que o metro se tornou publicamente inviável. Na educação, o inglês nas escolas municipais, que muitas prefeituras já conseguiram implementar”.

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Repórter do Paraná Portal
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