Brasil passa pela China na estreia do futebol feminino

Roger Pereira


O Brasil não teve dificuldades para bater a China por 3 a 0 na partida de estreia no futebol feminino dos Jogos Olímpicos Rio 2016. Num jogo de ataque contra defesa, a seleção brasileira dominou amplamente e só não fez mais gols por falta de pontaria e erro de posicionamento (dois gols foram anulados porque a atacante Cristiane estava em posição de impedimento). Com a vitória, o Brasil lidera o grupo A da competição, que tem ainda Suécia e África do Sul, que se enfrentaram mais cedo, com vitória por 1 a 0 das suecas.

O Brasil abriu o placar aos 36 minutos do primeiro tempo. O gol foi da camisa 3 da seleção, a zagueira Mônica, que cabeceou a bola na área. No final do primeiro tempo, já na prorrogação, aos 47 minutos, um susto, Fabiana recuou a bola de cabeça, mas não percebeu a saída de Bárbara e quase fez um gol contra. Com um placar de 1 a 0, as jogadoras brasileiras saíram do campo aplaudidas.

Aos 13 minutos do segundo tempo, o segundo gol, marcado por Andressa Alves.

Andressinha abriu na direita para Marta, que passou para Andressa Alves. Livre, a atacante fez o gol. Aos 36 minutos do segundo tempo, Marta,  aclamada pela torcida, foi substituída pela atacante Débora.

Já no final do segundo tempo, aos 44 minutos, foi a vez do gol de Cristiane, que fechou o placar de 3 a 0 sobre as chinesas. Andressinha cobrou falta na área, e Cristiane, de cabeça, fez o terceiro da seleção brasileira.

A partida ocorreu antes mesmo da abertura oficial dos Jogos Olímpicos, que será nesta sexta-feira (5), no Maracanã. Depois da partida contra a China, as brasileiras ainda enfrentam a Suécia no dia 6 às 22h, no Estádio Nílton Santos, no Rio; e a África do Sul, no dia 9, às 22h, na Arena Amazônia, em Manaus. Ao todo, doze seleções disputam o torneio de futebol feminino na Olimpíada.

Afirmação

Para o Brasil, mais do que um título inédito, as jogadoras da seleção veem na Olimpíada uma forma de conseguir a afirmação definitiva da modalidade no país. Por enquanto, os números mostram uma realidade diferente: das 18 convocadas para os jogos, 13 jogam no exterior e cinco fazem parte da seleção permanente, projeto criado no início de 2015 com o objetivo de garantir um bom resultado nos Jogos Olímpicos.

A Olimpíada também marca, para a seleção, a despedida da capitã da seleção brasileira, Formiga. Aos 38 anos, ela vai encerrar a carreira após a disputa da sexta edição dos jogos.

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Repórter do Paraná Portal
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