Padrão (nao usar)
Compartilhar

Paranaenses se destacam na conquista do ouro

Ao ser convencido pelo técnico Bernardinho no começo de 2015 a continuar como o líbero da seleção, Sergio Dutra dos Sant..

Redação - 21 de agosto de 2016, 17:26

Ao ser convencido pelo técnico Bernardinho no começo de 2015 a continuar como o líbero da seleção, Sergio Dutra dos Santos, o Serginho Escadinha, não imaginava um desfecho como o de domingo à tarde, quando o Brasil venceu a Itália por 3 a 0 e faturou o ouro olímpico. O atleta de Diamante do Norte (PR), próxima a Paranavaí, se igualou ao italiano Papi, o russo Tetyukhin, a cubana Fernández Valle e a soviética Ryskal como os maiores ganhadores de medalhas olímpicas do voleibol, com quatro (duas de ouro e duas de prata).

Ex-vendedor de água sanitária, o atleta mora atualmente em Pirituba, na periferia de São Paulo e disse, após a conquista e a despedida - que já havia acontecido em Londres-2012 - agora é irreversível. "Foi tudo o que eu podia imaginar, ganhar este ouro. Agora é colocar a medalha no peito, buscar meu filho na escola e tomar uma tubaína em Pirituba", disse.

 

Já Luiz Felipe Fontelles, o Lipe, foi autor do ponto decisivo. Curitibano, já jogou basquete no time do Dom Bosco e reza a lenda que foi dispensado e aconselhado a jogar vôlei. Com uma lesão crônica na região lombar, o atleta disse que chegou a travar tudo contra a Argentina. "Queria agradecer ao doutor Mario Namba, que fez cirurgia em meu joelho quando tive uma grave lesão, a todos médicos que me colocaram de pé. Também tive esse problema (lombar), mas falei para mim mesmo que estaria em quadra, tomaria todos os remédios que precisasse, mas consegui. Eu amo o povo brasileiro", disse.