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Cursos brasileiros de graduação e pós estão entre os 100 melhores do mundo

O estudo global “QS World University Rankings by Subject”, feito pela consultoria QS Quacquarelli Symonds, aponta que en..

Conteúdo patrocinado - 04 de março de 2021, 17:54

Portrait of university student doing homework in school library and smiling. Happy high school student looking at camera while studying for exam. African american clever guy with open book sitting at desk with copy space.
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O estudo global “QS World University Rankings by Subject”, feito pela consultoria QS Quacquarelli Symonds, aponta que entre os 100 melhores cursos do mundo 44 são de universidades brasileiras. A pesquisa, que foi divulgada ontem (03), analisou áreas de graduação e pós em diferentes campis das instituições.

O estudo mostra que a Universidade de São Paulo (USP) lidera entre as brasileiras, com 32 cursos. Em seguida aparecem a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com 4, e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com 3. A Universidade Estadual Paulista (Unesp), a Universidade Federal de Viçosa (UFV) e a Pontifícia Universidade Católica do Rio (PUC-Rio), cada uma com um curso, completam a lista.

Os cursos de Odontologia na USP, Unesp e Unicamp, foram eleitos como as melhores graduações no Brasil. Logo em seguida são apontadas as formações em Petróleo na USP e Unicamp, e Engenharia de Minérios e Mineração, na USP.

Foram analisados 13.883 programas universitários individuais, em 1.440 universidades, em 85 locais ao redor do mundo, em 51 disciplinas acadêmicas e cinco amplas áreas de conhecimento. No caso da USP, por exemplo, foi analisada a produção de conhecimento em São Paulo, Bauru e Ribeirão Preto. O ranking completo.

O diretor de pesquisa da QS, Ben Sowter, explicou ao G1 que a classificação não aponta a qualidade do ensino das instituições mas, sim, a relevância do curso e da universidade, segundo parâmetros estabelecidos pela instituição.

"Uma das coisas mais importantes a se reconhecer é que não estamos medindo a qualidade do ensino. Estamos medindo a posição acadêmica, a empregabilidade dos graduados, o impacto da pesquisa e a produtividade da pesquisa. Portanto, não estamos capturando o efeito da suspensão das aulas presenciais", explicou Ben Sowter.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil