Eleições 2018: Paraná tem nove candidatos ao governo

Mariana Ohde

Ontem (5) foi o prazo final para as definições.
governo palacio do iguaçu

Ontem (5) foi o último dia para os partidos definissem os candidatos para as eleições deste ano. Encerrado o prazo, os partidos políticos terão até 19h do dia 15 de agosto para registrar, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a chapa completa. Somente após o prazo final para registro das candidaturas, os partidos poderão colocar a campanha oficialmente na rua

No Paraná, nove candidatos vão concorrer ao governo.

Cida Borghetti (PP) e Ratinho Junior (PSD) estão nas maiores coligações. Cida tem apoio do ex-governador e candidato ao Senado, Beto Richa (PSDB) e conta nove partidos na chapa. A chapa de Ratinho Junior conta também com nove partidos. Com a desistência de Osmar Dias (PDT), o MDB lançou a candidatura de João Arruda. O PT lançou Doutor Rosinha.

Concorrem, ainda, Geonísio Marinho (PRTB), Jorge Bernardi (Rede), Professor Piva (PSOL) e Ivan Bernardo (PSTU).

O último nome a ser confirmado na disputa foi o do jornalista Ogier Buchi, confirmado pelo PSL nesta segunda-feira.

Senado

No Senado, serão renovadas duas das três vagas, substituindo Gleisi Hoffmann (PT) e Roberto Requião (MDB) – que é candidato à reeleição. Concorrem também o ex-governador Beto Richa (PSDB), Professor Oriovisto (Pode), Delegado Francischini (PSL), Alex Canziani (PTB), Flávio Arns (Rede), Jacqueline Parmigiani (PSOL), Luiz Adão (DC), Mirian Gonçalves (PT), Renan da Mata (PSC), Rodrigo Reis (PRTB), Rodrigo Tomazini (PSOL) e Zé Boni (PRTB).

Presidência

No sábado (4), o Podemos lançou, como candidato à Presidência, o senador Álvaro Dias. O senador prometeu uma defesa ferrenha do combate à corrupção e da Operação Lava Jato, afirmando, inclusive, que pretende convidar o juiz federal Sérgio Moro para o Ministério da Justiça, caso eleito.

Ele também anunciou que três juristas já aceitaram seu convite para participar de um possível futuro governo: René Dotti, que defende a Petrobras nas ações da Lava Jato, Miguel Reale Junior, que assinou o pedido de impeachment de Dilma Rousseff, e Modesto Carvalhosa, jurista que protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido de impeachment contra o ministro Gilmar Mendes.

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Mariana Ohde
Repórter no Paraná Portal