Assembleia retorna do recesso com palavrões na tribuna e bastidor movimentado

Redação


A pauta da ordem do dia da Assembleia Legislativa do Paraná não teve projetos de grande repercussão nesta segunda-feira. Foram sete itens votados, a maioria concedendo título de utilidade pública ou inserindo datas no calendário oficial do estado.  A movimentação na casa ficou por conta dos candidatos à prefeitura, que só  para Curitiba são pelo menos quatro, se for contabilizar possíveis candidatos para prefeituras do interior, a lista aumenta para cerca de dez deputados. O presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, o deputado Ademar Traiano, do PSDB, garantiu que não haverá alterações no horário das sessões plenárias das quartas-feiras, que acontece à tarde. As especulações da imprensa eram se as sessões seriam transferidas para o período da manhã, por causa das campanhas para as prefeituras.  Mesmo com a garantia, nesta quarta-feira (03/08/2016), a sessão será de manhã.

Palavrões na Tribuna

O deputado Tadeu Veneri, do PT, usou a tribuna da casa para falar da agressão que a atriz Letícia Sabatela sofreu em uma manifestação em Curitiba. Indignad pela atitude dos manifestantes o deputado repetiu os palavrões de baixo calão que foram usados para ofender a moça. O presidente da casa Ademar Traiano, do PSDB, chamou a atenção do Deputado do PT, disse que ele não deveria ter repetido essas palavras, já que a sessão plenária passa ao vivo e neste horário a conduta não é adequada.

Pastor Edson Praczyk no conselho de ética

Processado pelo Ministério Público do Paraná na ultima sexta-feira (29/07/2016), o deputado Edson Praczyk(PRB), foi aconselhado pelo deputado Ademar Traiano (PSDB), presidente da Assembleia, a deixar o cargo de presidente do conselho de ética da casa. Como ele foi eleito, Traiano alega que não pode destituí-lo, mas aconselhou que ele deixe a presidência da comissão até que tudo se resolva. Praczyk, sua esposa e mais uma funcionária são acusados de pelo Ministério Público de formar um esquema, envolvendo funcionários fantasmas em seu gabinete, entre os anos 2000 a 2004. É a segunda acusação deste tipo que o deputado do PRB enfrenta. O esquema teria desviado aproximadamente 5 milhões de reais dos cofres públicos.

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