Câmara de Curitiba mantém regime de urgência no transporte público

Redação

Câmara de Curitiba mantém regime de urgência no transporte público

Em votação apertada, a Câmara Municipal de Curitiba manteve o regime de urgência no transporte público da capital paranaense, em sessão plenária nesta quarta-feira (22).

A votação apresentou 20 votos favoráveis e 15 contrários ao projeto encaminhado pela Prefeitura de Curitiba que prevê a extensão do regime de urgência no transporte público até 28 de fevereiro de 2022.

Votaram a favor da manutenção do regime de urgência os vereadores Alexandre Leprevost (Solidariedade), Beto Moraes (PSD), Ezequias Barros (PMB), Herivelto Oliveira (Cidadania), Hernani (PSB), João da 5 Irmãos (PSL), Jornalista Márcio Barros (PSD), Leonidas Dias (Solidariedade), Marcelo Fachinello (PSC), Mauro Bobato (Pode), Mauro Ignácio (DEM), Nori Seto (PP), Osias Moraes (Republicanos), Pastor Marciano Alves (Republicanos), PierPetruzziello (PTB), Sabino Picolo (DEM), Serginho do Posto (DEM), Tito Zeglin (PDT), Toninho da Farmácia (DEM) e Zezinho Sabará (DEM).

Já os vereadores Amália Tortato (Novo), Carol Dartora (PT), Dalton Borba (PDT), Denian Couto (Pode), Flavia Francischini (PSL), Indiara Barbosa (Novo), Marcos Vieira (PDT), Maria Leticia (PV), Noemia Rocha (MDB), Oscalino do Povo (PP), Professora Josete (PT), Professor Euler (PSD), Renato Freitas (PT), Salles do Fazendinha (DC) e Sidnei Toaldo (Patriota). Abstiveram-se da votação Eder Borges (PSD) e Sargento Tânia Guerreiro (PSL) votaram contra a pauta.

“Na sistemática ora proposta, as concessionárias atuais receberão os recursos necessários para a manutenção essencial dos serviços, em níveis mínimos operacionais, desconsiderando-se, no período, e enquanto perdurar a situação de calamidade, custos adicionais não contemplados na presente lei”, explicou o prefeito de Curitiba, Rafael Curitiba.

O regime de urgência no transporte coletivo de Curitiba foi instituído no primeiro semestre de 2020, mas não previa a atualização do último projeto de lei na retirada da estabilidade nos postos de trabalho nas empresas que operam na capital paranaense.

“Rubricas essenciais, como mão de obra, peças e acessórios e manutenção foram ajustados a patamares compatíveis com a continuidade e a essencialidade do serviço de modo a preservar a remuneração dos serviços e a preservação dos empregos no período da crise”, completou Greca.

A votação na Câmara de Curitiba foi marcada por intensa discussão entre os vereadores, com a bancada de oposição chamando a votação de urgência como um exemplo de ‘tratoraço’.

“Se alguém tinha dúvidas da iniciativa da prefeitura de ligar um trator e passar por cima de toda e qualquer tentativa de discutir esse socorro emergencial ao transporte coletivo, agora está escancarado. Curitiba precisa saber que até agora a prefeitura não abriu as planilhas para que pudéssemos fazer esse debate. É tudo nebuloso”, questionou o vereador Denian Couto (Pode).

“Não foi me pedido pela prefeitura, nada me foi pedido. Fiz para preservar a CCJ. Temos que parar de jogar para a torcida, temos que falar a verdade. Eu quis fazer o correto”, respondeu o vereador e presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara Municipal, Osias Morais (Republicanos).

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