Câmara de Curitiba vota ampliação do Polo Gastronômico do Juvevê

Redação

Polo Gastronômico do Juvevê

Na próxima  terça-feira (10) entra na pauta na Câmara Municipal de Curitiba (CMC) um projeto de lei para ampliar o perímetro do Polo Gastronômico do Alto Juvevê. O autor,Tico Kuzma (Pros), presidente da Câmara. defende que a inclusão de trecho da rua Moyses Marcondes, entre a Campos Sales e a Guarda-Mor Lustosa, poderá ajudar o comércio local a superar a crise econômica provocada pela pandemia da covid-19 (005.00070.2021). As informações são da assessoria de comunicação da CMC.

O presidente da Câmara entende que  a iniciativa trará mais visibilidade ao comércio gastronômico local, formado por restaurantes, confeitarias, padaria e cafés. Na prática, a proposta alteraria a lei municipal 15.098/2017, do ex-vereador Bruno Pessuti (Pode), que instituiu o Polo Gastronômico do Alto Juvevê. Hoje ele é composto por oito trechos, e abrange os bairros Cabral e Juvevê.

 

Além do polo gastronômico do Juvevê, semana tem projeto contra assédio no transporte

A Câmara discute na sessão da segunda-feira (9), projeto de lei para instituir campanha permanente contra o assédio sexual no transporte público da capital. A autora, Maria Leticia (PV), procuradora da Mulher do Legislativo no biênio 2021-2022, propõe que as ações tenham caráter afirmativo, educativo e preventivo.

“Campanhas temporárias também são importantes, mas se entende que esse crime é cometido com muita frequência, razão pela qual é necessário que haja atenção constante do poder público”, justifica a vereadora. A ideia é que adesivos expostos nos terminais, estações-tubo e ônibus tragam informações sobre a identificação do agressor e como denunciar.

Outras propostas são a divulgação de mensagens no sistema de áudio e nas telas de vídeo dos veículos; a confecção de peças publicitárias; e a disponibilização de ferramenta de alerta, para que eventual ocorrência seja sinalizada ao motorista. Às empresas do transporte público, é prevista a oferta de cursos de capacitação aos funcionários, sobre como agir em casos de abuso sexual. Tais atividades poderia ocorrer em parceria com o poder público ou organizações da sociedade civil.

Ainda conforme o texto em pauta, os motoristas, cobradores e demais colaboradores do sistema, em caso de assédio sexual, acionariam a Guarda Municipal, que prestaria o atendimento à vítima. “Serão disponibilizadas para os órgãos competentes as imagens de câmeras de monitoramento e as informações do GPS que possam colaborar com a elucidação do crime”, completa o projeto. Se aprovada pelos vereadores, em dois turnos de votação, e sancionada pelo prefeito, a lei entrará em vigor 90 dias após a publicação no Diário Oficial do Município (DOM).

 

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