Política
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Cassação de Renato Freitas: veja como votou cada vereador

Mandato foi novamente cassado em primeiro turno. Petista é alvo de um processo por quebra de decoro parlamentar ao ocupar um templo religioso em Curitiba.

Johan Gaissler - 04 de agosto de 2022, 12:40

(Foto: Rodrigo Fonseca/CMC)
(Foto: Rodrigo Fonseca/CMC)

O vereador Renato Freitas (PT) teve o mandato cassado em primeiro e segundo turnos, no final desta semana, pela CMC (Câmara Municipal de Curitiba). Confira na sequência como votou cada parlamentar.

Ao todo, foram 23 votos favoráveis, sete contrários e uma abstenção.

Foram favoráveis à cassação de Renato Freitas em primeiro e segundo turnos:

  • Alexandre Leprevost (Solidariedade)
  • Amália Tortato (Novo)
  • Beto Moraes (PSD)
  • Denian Couto (Podemos)
  • Ezequias Barros (PMB)
  • Flávia Francischini (União Brasil)
  • Hernani (PSB)
  • João da 5 Irmãos (União Brasil)
  • Jornalista Márcio Barros (PSD)
  • Leonidas Dias (SD)
  • Marcelo Fachinello (PSC)
  • Mauro Bobato (Podemos)
  • Mauro Ignácio (União Brasil)
  • Noemia Rocha (MDB)
  • Nori Seto (PP)
  • Oscalino do Povo (PP)
  • Sargento Tania Guerreiro (União Brasil) 
  • Serginho do Posto (União Brasil)
  • Sidnei Toaldo (Patriota)
  • Tico Kuzma (PROS)
  • Tito Zeglin (PDT)
  • Toninho da Farmácia (União Brasil)
  • Zezinho Sabará (União Brasil)

Foram contrários à cassação de Renato Freitas em primeiro e segundo turnos:

  • Carol Dartora (PT)
  • Dalton Borba (PDT)
  • Herivelto Oliveira (Cidadania)
  • Marcos Vieira (PDT)
  • Maria Leticia (PV)
  • Professora Josete (PT)
  • Professor Euler (MDB)

Salles do Fazendinha (DC) se absteve. Indiara Barbosa (Novo) e Sabino Picolo (União Brasil) estavam ausentes no período de votação. Eder Borges (PP), Osias Moraes (Republicanos), Pastor Marciano (Solidariedade) e Pier Petruzziello (PP) estão impedidos de votar por serem autores de representações durante o processo, além do próprio Renato Freitas, objeto da ação.

RENATO FREITAS É JULGADO POR MANIFESTAÇÃO APÓS MORTE DE IMIGRANTE

O vereador Renato Freitas (PT) é alvo de um Processo Ético Disciplinar (PED) por quebra de decoro parlamentar ao ocupar um templo religioso em Curitiba, em fevereiro deste ano, numa manifestação após a morte do imigrante congolês Moïse Mugenyi Kabagambe.

O petista foi uma das pessoas que entrou na Igreja do Rosário, no Largo da Ordem, no final do protesto. À época, ele afirmou que a mobilização seria encerrada em uma "igreja feita por pretos e para os pretos".

Segundo o padre Luiz Haas, uma missa estava sendo celebrada no momento da ação, que foi classificada pelos religiosos como invasão.

Renato Freitas negou que estava à frente da manifestação e que a ação foi uma invasão. Segundo ele, a missa já estava encerrada e a Igreja estava aberta.

Em março, a Arquidiocese de Curitiba se posicionou contrária à cassação do mandato do petista.