Descendente de Família Real defende volta da Monarquia na Alep

Redação

O príncipe e cientista político Luiz Philippe de Orleans e Bragança falou aos deputados da Assembleia Legislativa do Paraná na sessão plenária de segunda-feira (12). Ele faz turnê pelo País para divulgar o próprio livro “Por que o Brasil é um país atrasado?”.

Em seu discurso, o príncipe declarou que a fórmula que compõe o sistema presidencialista está cheia de vícios e brechas. Ele diz que isto afeta a divisão de poderes prejudicando a economia além de tornar promíscuas as relações federativas no país.

“O Poder Executivo é extremamente concentrado na função do presidente da República que pode nomear para várias autarquias e agências reguladoras. Temos muita concentração de poder em Brasília, em geral, que passa leis para o Brasil inteiro. Temos uma oneração das atividades econômicas em demasia… uma Constituição que permite que os poderes públicos possam intervir na economia sem limite que onera a atividade econômica e mitigando o nosso crescimento econômico”, aponta o cientista político.

Luiz Philipe de Orleans e Bragança defendeu mudanças na essência da Constituição Brasileira. “A Constituição é baseada no estado social. As necessidades de classes são preponderantes às necessidades dos individuos. Nós temos que sair do Estado Social, que criou essa burocracia e essa intervenção toda, e migrar para o modelo liberal”, afirma o príncipe.


“Por que o Brasil é um país atrasado?” é uma espécie de guia, segundo Luiz Philippe. Ainda segundo o autor, o livro apresenta um esboço de plano de governo, segundo princípios que ele idealiza para uma nova Constituição.

“Temos eleições nesse ano, então ele é voltado para todo cidadão que quer aprender mais sobre política e como votar em 2018. Serve também para representantes públicos que queiram abraçar as mudanças que todos os brasileiros estão querendo”, finaliza.

Família Real

Luiz Philippe de Orleans e Bragança é sobrinho de Luiz Gastão de Orleans e Bragança, chefe da Casa Imperial do Brasil, que seria o Imperador do Brasil caso a população escolhesse a monarquia como regime político em abril de 1993. Concorreram o atual regime presidencialista, que acabou sendo mantido, o parlamentarismo onde o protagonista seria um primeiro ministro e os monarcas.

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