Fabiane Rosa tem processo arquivado na Câmara de Curitiba pelo crime de ‘rachadinha’

Jorge de Sousa

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A vereadora Fabiane Rosa (sem partido) teve o processo instaurado no Conselho de Ética da Câmara Municipal pelo crime de ‘rachadinha’ arquivado, nesta quarta-feira (16).

Quatro dos sete vereadores do Conselho de Ética votaram pelo arquivamento do processo, indo contra o entendimento do relator do caso, vereador Marcos Vieira (PDT).

Além de Marcos Vieira, votaram pela perda do mandato as vereadoras Professora Josete (PT) e Maria Letícia (PV), enquanto Geovane Fernandes (Patriota), Dona Lourdes (PSB), Toninho da Farmácia (DEM) e Paulo Rink (PL) foram favoráveis ao arquivamento do processo.

Fabiane Rosa foi investigada pelo MPPR (Ministério Público do Paraná), que denunciou a vereadora pelos crimes de peculato e concussão, após dez ex-assessores parlamentares repassarem parte do salário para Rosa.

As investigações apontaram que a vereadores recebia de R$ 1,5 mil a R$ 2,5 mil de cada um dos ex-assessores. Fabiane Rosa chegou a ser presa pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), mas teve a pena de reclusão convertida para prisão domiciliar.

A sessão que absolveu a vereadora foi a última do Conselho de Ética da Câmara Municipal de Curitiba em 2020, com os vereadores entrando em recesso parlamentar até fevereiro do próximo ano.

Sem conseguir registro em partido, Fabiane Rosa não se candidatou a reeleição nas últimas eleições municipais e por isso encerrou seu mandato na sessão desta quarta-feira.

Procurada pela reportagem, a vereadora não respondeu aos questionamentos.

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