General Heleno diz que considera Ciro Gomes um “lixo humano” e o compara a Adélio

Redação

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O general Augusto Heleno, ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), reagiu as críticas feitas por Ciro Gomes. Ele ainda comparou o ex-governador do Ceará a Adélio Bispo, autor da facada em Jair Bolsonaro durante as eleições presidenciais de 2018.

“Ciro Gomes, que eu mal conheço e considero um canastrão, publicou um vídeo com uma série de ofensas a mim. Não vou responder, porque o considero um lixo humano, nem vou processá-lo, por ser um caso igual ao Adélio, inimputável por ser débil mental”, declarou o general Augusto Heleno.

O ministro do GSI se referiu ao vídeo que Ciro Gomes fala que Heleno está se transformando em um “golpista salafrário” e “mentiroso”. As críticas foram feitas após o general Augusto Heleno emitir uma nota, intitulada “Carta à Nação”, afirmando que o pedido de apreensão do celular do presidente Jair Bolsonaro é “inconcebível e, até certo ponto, inacreditável”.

Isso aconteceu após o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Celso de Mello, mandar a PGR (Procuradoria-Geral da República) se manifestar sobre pedidos de apreensão do celular do presidente Jair Bolsonaro. A ação se deu dentro de uma notícia-crime apresentada por três partidos no inquérito que investiga supostas interferências do presidente na autonomia da PF (Polícia Federal).

GENERAL HELENO TAMBÉM CRITICA A IMPRENSA

Assim como é de praxe no atual governo Bolsonaro, o general Augusto Heleno voltou a criticar a imprensa. Segundo ele, parte dos veículos abandonaram a credibilidade e honestidade para se voltar contra o Palácio do Planalto.

“Essas virtudes foram abandonadas por grande parte da imprensa, hoje pautada pela parcialidade e pelo fanatismo contra o Governo Federal”, avaliou o ministro do GSI.

Vale lembrar que, ontem (26), diversos veículos de comunicação anunciaram que não farão mais a cobertura de Jair Bolsonaro na saída do Palácio do Alvorada, em Brasília, por “falta de segurança”. A imprensa aponta que a “animosidade” dos apoiadores do presidente aliada à falta de providências por parte das autoridades é a causa da decisão. Entre os veículos, estão Globo (G1, TV Globo e O Globo), Folha de S. Paulo, CBN, Band e Correio Braziliense.

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