Política
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Governador leva pauta de infraestrutura a ministro de Bolsonaro

O governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD) disse que aproveitou a ida à posse do presidente Jari Bolsonaro (PSL), na ú..

Roger Pereira - 02 de janeiro de 2019, 17:54

Foto de Roger Pereira
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O governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD) disse que aproveitou a ida à posse do presidente Jari Bolsonaro (PSL), na última terça-feira, para pedir uma agenda com o ministro da Economia, Paulo Guedes, para tratar de questões de infraestrutura do estado que dependem de aval do governo federal, como as concessões de rodovias, os portos e, principalmente, aeroportos.

“Eu falei com o Ministro Paulo Guedes, com o Ministro Pontes. Para o Ministro Paulo Guedes eu pedi uma agenda pra gente conversar obviamente o quanto antes para pedir que o governo federal tome decisões administrativas que possam fazer com que o estado consiga tomar decisões em nome do governo federal, entre aspas. Decisões que pela morosidade da máquina acabam influenciando no desenvolvimento do estado. Questões administrativas dos portos, questões de rodovias federais, no caso de o governo querer fazer uma concessão, para que a gente consiga colaborar aqui de forma mais rápida”, disse

O governador disse ter revelado grande preocupação com a situação dos aeroportos hoje administrados por uma autarquia federal, a Infraero. “Eu tenho a uma preocupação muito grande com os aeroportos de Londrina e Foz do Iguaçu. Como pode o segundo principal destino turístico do país não ter estrutura para receber voos internacionais? Então eu pedi para o ministro Guedes que o governo repasse essas questões administrativas para o Paraná e a gente consiga fazer uma concessão”.

O governador disse ainda estar “tomando pé” da real situação financeira do estado e não confirmou a afirmação da ex-governadora Cida Borghetti de que deixou R$ 400 milhões em recursos livres no caixa do governo. Se confirmado o superávit, o governador disse que investirá os recursos na elaboração de projetos executivos. “Nós não temos projetos executivos em infraestrutura e, sem esses projetos, não conseguimos ir aos bancos internacionais, às agências de desenvolvimento, para buscar recursos para grandes obras”.