Governo do Paraná diz que especialistas em saúde irão avaliar a liberação dos serviços essenciais

Redação

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O Governo do Paraná se pronunciou nesta terça-feira (12) sobre a lista de serviços essenciais no Estado e afirmou que especialistas em saúde vão avaliar a liberação.

Ratinho Junior disse que uma comissão estadual, formada por especialistas em saúde, está avaliando a possibilidade de reabertura de atividades econômicas no Estado.

“O Governo do Paraná estabeleceu que a Secretaria de Estado da Saúde é que vai deliberar sobre o funcionamento de serviços essenciais e não essenciais. O principal critério de análise é o comportamento da curva de infecção pela Covid-19 no Estado, que segue crescendo. Nas próximas semanas o Governo do Estado vai ampliar os testes na população. O resultado permitirá entender o cenário no Paraná e ajudar a tomar decisões com maior segurança.”

PREFEITURA DE CURITIBA SE PRONUNCIA SOBRE DECISÃO DE BOLSONARO

A Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba se pronunciou sobre a decisão de Bolsonaro. Em nota a secretaria afirmou que todas as medidas de combate ao novo coronavírus são discutidas e avaliadas permanentemente.

“A respeito da decisão do governo federal de incluir novos setores como essenciais, o município de Curitiba ainda vai avaliar. Neste momento continuam sendo consideradas essenciais apenas as atividades listas no Decreto Municipal 470.”

BOLSONARO INCLUI ACADEMIAS E SALÕES DE BELEZA COMO SERVIÇOS ESSENCIAIS 

Antes de ampliar os serviços essenciais, Bolsonaro havia anunciado em sua chegada ao Palácio da Alvorada que “saúde e higiene são vida” e que por isso iria autorizar a reabertura desses serviços.

Bolsonaro ainda apontou que essas três categorias movimentam mais de um milhão de empregos em todo Brasil e que também tem em mente autorizar novas aberturas em breve.

Em coletiva de imprensa, o ministro da Saúde Nelson Teich foi avisado por jornalistas e surpreendido com a decisão de Bolsonaro. “Saiu hoje? Não é atribuição nossa, isso aí é uma decisão do presidente”, afirmou após saber da ampliação.

Apesar de Bolsonaro incluir setores econômicos, cabe aos governadores decidir quais são os serviços essenciais para cada Estado.

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