Política
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Hartung, do ES, surge como nova opção do PSD ao Planalto

Brasil procura uma terceira via ao Palácio do Planalto, já que Ciro Gomes e Sergio Moro não avançam e João Dória não emplacou. Paulo Hartung, do ES, é o nome

Pedro Ribeiro - 12 de fevereiro de 2022, 10:06

Paulo Hartung
Paulo Hartung

Com uma eleição batendo à porta e apenas dois candidatos se despontando como líderes absolutos nas pesquisas, Luiz Inácio Lula da Silva (45%) e Jair Bolsonaro (25%), o Brasil procura uma terceira via ao Palácio do Planalto, já que Ciro Gomes e Sergio Moro não avançam e João Dória não emplacou. 

O novo nome que desponta nos meios políticos de Brasília é o do ex-governador do Espírito Santo, Paulo Hartung, reconhecido por ter deixado seu estado com um “fundo soberano”, a exemplo de Catar/Singapura, cobiçado pelas “assets” - ativos, dinheiro para investimentos.


Segundo o jornal EmPauta24h, Hartung e Gilberto Kassab bateram o martelo sobre a filiação do ex-governador capixaba ao PSD. A entrada de Paulo Hartung no cenário da política nacional pode dar folego à disputa presidencial.


Hartung colocou seu nome à disposição de Kassab e dos partidos aliados para a disputa ao Palácio do Planalto caso o atual Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, desista de disputar as eleições de 2022. A notícia movimentou a politica brasileira e o histórico e a experiência do ex-governador tornam seu nome cada vez mais forte no cenário nacional.

Muitas das bases políticas brasileiras veem em Hartung uma solução para o desequilíbrio vivenciado pelo país, que precisa equilibrar suas contas e sua gestão nesse período pós-pandemia, para voltar à crescer.

Desde os 25 anos, Hartung vem desempenhando um trabalho exemplar na vida pública. Iniciou sua carreira como Deputado Estadual, passando por inúmeros outros cargos eletivos, entre eles o de prefeito da capital capixaba por dois mandatos, Deputado Federal, Senador da República, além de ocupar o cargo de Governador do Espírito Santo por três mandatos.


Em seu último mandato à frente do Governo Capixaba, graças à boa gestão, o Estado foi o único a receber nota máxima em capacidade de pagamento de dívidas, avaliação feita pelo Tesouro Nacional. No inicio do seu primeiro mandato como Governador, o Espírito Santo sofria uma das mais severas crises econômica, social e de segurança, além de possuir um histórico muito longo de corrupção. Logo após assumir o seu primeiro mandato como Governador, PH iniciou um trabalho longo para que a casa fosse colocada em ordem, equilibrando as contas públicas e tornando-se referência no país.

Fonte: EmPauta24H