Política
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Investigado pela Lava Jato, empresário se entrega na Superintendência da PF em Curitiba

O empresário Alexandre Andrade Suarez, preso pela 56ª fase da Operação Lava Jato e solto logo em seguida por meio de um ..

Fernando Garcel - 30 de março de 2019, 09:01

PR - LAVA JATO - POLÍTICA -    Sede da Superintendencia da Policia Federal em Curitiba (PR) na manhã desta quarta-feira (5).   A Polícia Federal deflagrou  a Operação Sem Limites - 57ª fase da Operação Lava Jato. Atuando nos Estados do Paraná e Rio de Janeiro,  cumprem um total de 37 ordens judiciais, sendo 26 mandados de busca e apreensão, 11 mandados de prisão preventiva e 06 intimações pela autoridade policial. Foto: Geraldo Bubniak/AGB
PR - LAVA JATO - POLÍTICA - Sede da Superintendencia da Policia Federal em Curitiba (PR) na manhã desta quarta-feira (5). A Polícia Federal deflagrou a Operação Sem Limites - 57ª fase da Operação Lava Jato. Atuando nos Estados do Paraná e Rio de Janeiro, cumprem um total de 37 ordens judiciais, sendo 26 mandados de busca e apreensão, 11 mandados de prisão preventiva e 06 intimações pela autoridade policial. Foto: Geraldo Bubniak/AGB

O empresário Alexandre Andrade Suarez, preso pela 56ª fase da Operação Lava Jato e solto logo em seguida por meio de um habeas corpus, se apresentou na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba nesta sexta-feira (29).

O habeas corpus de Suarez perdeu efeito após uma decisão liminar do Superior Tribunal de Justiça (STJ), da última quarta-feira (27).

Operação Sem Fundos

A 56ª fase da Lava Jato investiga o superfaturamento na construção da Torre Pituba, sede da Petrobrás em Salvador. O Ministério Público Federal afirma que as empreiteiras OAS e Odebrecht distribuíram propinas de R$ 68 milhões ao PT e a ex-dirigentes da estatal petrolífera e da Petros. Inicialmente orçado em R$ 320 milhões, o empreendimento custou mais de R$ 1,32 bilhão.

A Procuradoria alega que houve fraude na contratação da empresa gerenciadora da obra (Mendes Pinto Engenharia), da responsável pelo projeto executivo (Chibasa Projetos de Engenharia) e das empreiteiras OAS e Odebrecht, que ficaram com 50,1% e 49,9% de participação na construção da sede.

Suarez é um dos nomes ligados à Mendes Pinto Engenharia, segundo a investigação. Ele mora em Salvador e agora ficará à disposição da Justiça em Curitiba.