Política
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Após morte de general, Parlamento iraquiano aprova expulsão de tropas americanas

O Parlamento iraquiano aprovou neste domingo (5) uma resolução que pede ao governo que expulse tropas estrangeiras do Ir..

Folhapress - 05 de janeiro de 2020, 13:21

JLX01. NUEVA YORK (ESTADOS UNIDOS), 11/09/2018.- Un oficial se seca las lágrimas en el Memorial de los atentados del 11 de septiembre de 2001 durante la jornada que marca el 17 aniversario de los ataques, en Nueva York, Estados Unidos, hoy, 11 de septiembre de 2018. El presidente de EEUU, Donald Trump, participa hoy en Pensilvania en un homenaje a las víctimas de los atentados terroristas del 11-S, jornada que será recordada también en Nueva York y Washington.  EFE/ Justin Lane
JLX01. NUEVA YORK (ESTADOS UNIDOS), 11/09/2018.- Un oficial se seca las lágrimas en el Memorial de los atentados del 11 de septiembre de 2001 durante la jornada que marca el 17 aniversario de los ataques, en Nueva York, Estados Unidos, hoy, 11 de septiembre de 2018. El presidente de EEUU, Donald Trump, participa hoy en Pensilvania en un homenaje a las víctimas de los atentados terroristas del 11-S, jornada que será recordada también en Nueva York y Washington. EFE/ Justin Lane

O Parlamento iraquiano aprovou neste domingo (5) uma resolução que pede ao governo que expulse tropas estrangeiras do Iraque e que garanta que elas não usem o território, o espaço aéreo e o aquático do país de nenhuma forma. O governo iraquiano precisa aprovar a medida.

A medida, que afeta as tropas americanas no país, foi aprovada em meio ao agravamento de tensões na região depois que o general Qassim Suleimani, principal comandante militar iraniano, foi morto em um ataque americano a um aeroporto em Bagdá, capital do Iraque.

Suleimani recebeu homenagem de iraquianos, que fizeram uma marcha carregando o caixão pela capital do país, Bagdá, neste sábado (4), sob gritos de "morte aos EUA"

A resolução foi aprovada durante uma sessão extraordinária no Parlamento iraquiano, transmitida ao vivo pela televisão estatal e acompanhada pelo primeiro-ministro do país, Adel Abdel Mahdi.

O texto afirma que governo deve "se comprometer a revogar seu pedido de assistência da coalizão internacional que luta contra o Estado Islâmico devido ao fim das operações militares no Iraque e à conquista da vitória".

O primeiro-ministro já havia recomendado ao Parlamento que discutisse o fim da presença estrangeira no país o quanto antes.

"Apesar das dificuldades internas e externas que devemos enfrentar, é melhor para o Iraque", disse Mahdi.

As tropas americanas lutaram no Iraque entre 2014 e 2017 contra o Estado Islâmico e hoje somam cerca de 5.000 pessoas no país. ​