Legendas nanicas crescem com a insatisfação do eleitor

Jordana Martinez


A insatisfação do eleitor com os partidos e com o sistema político tradicional abriu espaço para que legendas nanicas ganhassem espaço nestas eleições.

O jornal El País considerou as eleições em Curitiba como o caso mais emblemático.  Rafael Greca, derrotado nas últimas quatro eleições e sem espaço em seu antigo partido, o PMDB, migrou para o PMN e conseguiu avançar para o segundo turno com 38% dos votos.

Em Belo Horizonte outro partido nanico chegou ao segundo turno. Alexandre Kalil (PHS), ex-presidente do Clube Atlético Mineiro, recebeu 26% dos votos, e enfrentará o tucano João Leite, que teve 33%. O slogan do ex-cartola fez eco no descontentamento da população com o sistema político: “Chega de político!”.

Na capital maranhense Eduardo Braide (PMN) é outro candidato de partido nanico que avançou para a reta final do pleito com 21% dos votos.

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Profissional multimídia com passagens pela Tv Band Curitiba, RPC, Rede Massa, RicTv, rádio CBNCuritiba e BandNewsCuritiba. Hoje é editora-chefe do Paraná Portal.
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