O relator do habeas corpus, desembargador João Pedro Gebran Neto, votou pela manutenção da prisão preventiva, mas foi vencido pelo voto dos desembargadores Victor Luiz dos Santos Laus e Leandro Paulsen, que concederam a liberdade sob monitoramento e fiança.

Os dois empresários são acusados pelo crime de corrupção ativa pelo oferecimento de R$ 10 milhões em propina, no segundo semestre de 2009, ao então senador Sérgio Guerra (PSDB-SP, falecido em 2010) e ao deputado federal Eduardo da Fonte (PP-PE) para que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras, instalada no mesmo ano, não tivesse resultado efetivo.