Justiça nega habeas corpus preventivo a presidente do Instituto Lula

Jordana Martinez


A Justiça negou habeas corpus protocolado pela defesa do presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, para impedir abertura de uma ação penal. Na decisão, o desembargador João Pedro Gebran Neto justificou que não é possível conceder liminar sobre eventual decisão do juiz Sérgio Moro contra o acusado.

Na semana passada, a força-tarefa da Operação Lava Jato denunciou Okamotto por supostamente atuar para que a empreiteira OAS assumisse o aluguel de containers do acervo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo os procuradores, entre 2011 e 2016 foram feitos 61 pagamentos mensais no valor de R$ 21,5 mil.

Cabe ao juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal em Curitiba, decidir se aceita ou rejeita a denúncia.

De acordo com os advogados de Okamotto, o ex-presidente não recebeu vantagens indevidas e os bens que Lula recebeu quando estava no cargo “integram o patrimônio cultural brasileiro e são declarados de interesse público”, de acordo com a lei.

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Profissional multimídia com passagens pela Tv Band Curitiba, RPC, Rede Massa, RicTv, rádio CBNCuritiba e BandNewsCuritiba. Hoje é editora-chefe do Paraná Portal.
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