PF indicia Eike Batista, Cabral e mais dez pessoas em desdobramento da Lava Jato

Jordana Martinez


O empresário Eike Batista, o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral e mais dez pessoas foram indiciadas pela Polícia Federal na Operação Eficiência, um desdobramento da Operação Lava Jato.

Eike Batista e o advogado Flávio Godinho foram indiciados por corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa. O empresário é acusado de repassar US$ 16,5 milhões ao ex-governador. De acordo com a PF, o pagamento foi feito por meio de uma ação fraudulenta que simulava a venda de uma mina de ouro, com intermédio de um banco no Panamá.

Sérgio Cabral e seus ex-assessores Wilson Carlos, Carlos Emanuel Miranda e Luiz Carlos Bezerra foram indiciados por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

O irmão de Sérgio Cabral, Maurício Cabral, foi indiciado por lavagem de dinheiro e organização criminosa, junto com o ex-assessor do governador, Sérgio Castro de Oliveira, o doleiro Álvaro Novis Neto, o advogado Thiago Aragão (sócio da esposa de Cabral, Adriana Ancelmo, indiciada na Operação Calicute) e o ex-subsecretário Francisco de Assis Neto. Com exceção de Maurício, todos estão presos no Complexo Penitenciário de Bangu, na zona norte do Rio de Janeiro.

Já a ex-esposa de Cabral, Susane Neves, com quem ele teve três filhos e recebia uma pensão de até R$ 20 mil mensais para pagar contas domésticas, está em liberdade e é acusada de lavagem de dinheiro.

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Profissional multimídia com passagens pela Tv Band Curitiba, RPC, Rede Massa, RicTv, rádio CBNCuritiba e BandNewsCuritiba. Hoje é editora-chefe do Paraná Portal.
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