Presidente do TRE-PR destaca segurança das urnas eletrônicas e pede respeito aos mesários

Fernando Garcel e William Bittar - CBN Curitiba


O presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), desembargador Luiz Taro Oyama, visita sessões eleitorais na manhã deste domingo (28), em Curitiba. Em entrevista, Oyama diz que o segundo turno é marcado pela agilidade apesar de problemas pontuais com a leitura biométrica de alguns eleitores.

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“Nós visitamos algumas escolas em bairros para ver como os trabalhos estão sendo desenvolvidos. Diferente do primeiro turno, como é apenas para presidente, os trabalhos estão sendo muito mais céleres. No entanto, estamos encontrando alguns problemas na identificação biométrica. Essa dificuldade é justamente para dar segurança na votação para identificar o eleitor. Os trabalhos estão dentro das normalidades”, diz o presidente.

No Paraná, até a publicação desta reportagem, segundo o TRE-PR, 110 das 26,7 mil urnas foram substituídas. Os problemas estariam relacionados ao hardware e teclado dos equipamentos e não interferem na contabilização dos votos.

O presidente também comentou sobre a onda de fake news que marcaram a eleição deste ano e como a Justiça Eleitoral e a segurança das urnas também foram alvos das mentiras produzidas em massa.

“Desde o ano passado, a Justiça Eleitoral se preparou para lidar com as notícias falsas entre os candidatos, partidos e coligações. Só que no dia das eleições essas notícias não verdadeiras foram contra a Justiça Eleitoral e a urna eletrônica. Com relação a urna, eu posso garantir que ela é completamente segura e confiável. No Paraná realizamos auditoria de seis urnas, que foram impugnadas, e mais duas de Santa Catarina que também aderiu a nossa auditoria. Foi constatado que o voto que o eleitor teclou foi registrado e contabilizado”, lembra.

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Além de destacar a segurança das urnas, Oyama pede respeito aos mesários e demais eleitores que trabalham como colaboradores da Justiça Eleitoral neste domingo. “Queremos pedir respeito aos mesários. No Paraná são quase 200 mil pessoas trabalhando. São eleitores que deixam sua família e suas atividades para prestar esse serviço para a Justiça Eleitoral e consolidarmos a democracia”, conclui.

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