Política
Compartilhar

Procuradora da força-tarefa Lava Jato pede desculpas a Lula

A procuradora do Ministério Público Federal (MPF), Jerusa Viecili, integrante da força-tarefa da Operação Lava Jato em C..

Francielly Azevedo - 28 de agosto de 2019, 08:36

PR - LAVA JATO - POLÍTICA -    Procuradora da Republica Jerusa Burmann Viecili , durante coletiva de imprensa na
Superintendencia da Policia Federal em Curitiba (PR) na manhã desta quarta-feira (5). Procuradora desculpas a Lula.  Foto: Geraldo Bubniak/AGB
PR - LAVA JATO - POLÍTICA - Procuradora da Republica Jerusa Burmann Viecili , durante coletiva de imprensa na Superintendencia da Policia Federal em Curitiba (PR) na manhã desta quarta-feira (5). Procuradora desculpas a Lula. Foto: Geraldo Bubniak/AGB

A procuradora do Ministério Público Federal (MPF), Jerusa Viecili, integrante da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba, pediu desculpas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O pedido de desculpas a Lula foi publicado no twitter na noite desta terça-feira (27).

"Errei. E minha consciência me leva a fazer o correto: pedir desculpas à pessoa diretamente afetada, o ex-presidente Lula", publicou.

O post foi publicado após mensagens divulgadas na imprensa apontarem que membros do Ministério Público Federal (MPF) ironizaram a morte da esposa de Lula, Marisa Letícia, que faleceu vítima de um AVC, em 2017.

"Querem que eu fique pro enterro?", diz Viecili em um dos trechos logo depois da notícia da morte.

Além do episódio da morte de Marisa, mensagens divulgadas apontam que os membros da força-tarefa Lava Jato também ironizaram o falecimento do neto de Lula de sete anos. "Preparem para nova novela ida ao velório", teria escrito Viecili.

AUTENTICIDADE DAS MENSAGENS

Após o pedido de desculpas a Lula, Viecili voltou a publicar no Twitter para reforçar a tese utilizada pelos procuradores do Ministério Público Federal (MPF) de que foram vítimas de um hacker e que muitas mensagens não são autenticas.

" A existência de mensagens verdadeiras não afasta o fato de que as mensagens são fruto de crime e têm sido descontextualizadas ou deturpadas para fazer falsas acusações", escreveu.