Prof. Galdino tem dez dias para apresentar defesa de agressões físicas e sexuais

Andreza Rossini


Com informações da Band News Curitiba

O vereador Professor Galdino (PSDB) tem dez dias para se defender das denúncias de agressão cometidas dentro da Câmara Municipal de Curitiba. Oito dias depois da abertura da Comissão Processante o parlamentar foi notificado, após cinco tentativas de encontrá-lo.

Galdino é acusado pela vereadora Carla Pimentel (PSC) de agressão física e sexual. Outros vereadores são testemunhas do caso.

Segundo a assessoria de imprensa de Galdino, o vereador questiona o processo e as contradições entre as testemunhas. O parlamentar afirma que recebe a abertura da comissão com naturalidade e acredita que “a investigação é o único caminho para provar a inocência”.

Com sete páginas, a manifestação prévia da Corregedoria da Câmara Municipal, admite a denúncia contra o parlamentar acusado de agressão. No dia 14 de setembro, a vereadora relatou em plenário ter sido agredida pelo acusado na Sala dos Vereadores, dentro do Palácio Rio Branco, diante de outros cinco parlamentares, por volta das 9h30. Ela se queixou que, durante uma conversa sobre material de campanha com os colegas, recebeu do acusado um “santinho”, mas no momento seguinte o parlamentar tentou reaver à força o papel, “se jogando por cima da mesa” e apalpando as partes íntimas da vereadora.

O vereador Rogério Campos (PSC) afirma que a situação foi mais que uma agressão física. “Ele se jogou com as mãos na altura do pescoço dela e foi descendo, apalpando até chegar no quadril dela. Uma cena horrível. Nojenta”, diz.

A Guarda Municipal foi chamada e conduziu Galdino à Delegacia da Mulher, onde o vereador foi liberado no fim da tarde após assinar um termo circunstanciado. Há uma audiência marcada para o dia 21 de outubro, no Juizado Especial.

Em entrevista à coluna Sintonia Fina do Paraná Portal, Fernando Tupan, assessor de imprensa de Galdino, negou que tenha ocorrido qualquer situação envolvendo agressão e assédio sexual. “Na verdade querem denegrir a imagem de Galdino em razão de sua performance como candidato praticamente reeleito”, observou o assessor.

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