Política
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PT indica Gleisi Hoffmann como nome de apoio na comissão de impeachment no senado

O bloco de apoio ao governo indicou nesta sexta-feira (22), como integrantes titulares na comissão do Senado destinada à..

Redação - 22 de abril de 2016, 19:24

O bloco de apoio ao governo indicou nesta sexta-feira (22), como integrantes titulares na comissão do Senado destinada à análise do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, os senadores Lindbergh Farias (PT-RJ), José Pimentel (PT-CE), Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Telmário Mota (PDT-RR). Com isso, já está completa a lista de titulares da comissão para a avaliação da matéria.

O bloco Socialismo e Democracia (PSB, PPS, PCdoB e REDE) também apresentou sua indicação e terá como titulares da comissão os senadores Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), Romário (PSB-RJ) e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). Já o bloco Democracia Progressista, composto por PP e PSD, indicou como titulares José Medeiros (PSD-MT), Ana Amélia (PP-RS) e Gladson Camelli (PP-AC).

Formado por PSDB, DEM e PV, o bloco da Oposição indicou os senadores Aloysio Nunes (PSDB-SP), Antônio Anastasia (PSDB-MG), Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) e Ronaldo Caiado (DEM-GO). Já o bloco Moderador (PTB, PR, PSC, PRB e PTC) indicou os senadores Wellington Fagundes (PR-MT) e Zezé Perrela (PTB-MG).

Com a maior bancada no Senado e sem integrar um de bloco, o PMDB indicou cinco senadores: Raimundo Lira (PB), Rose de Freitas (ES), Simone Tebet (MS), José Maranhão (PB) e Waldemir Moka (MS).

Em um vídeo postado em redes sociais antes do anúncio oficial, a senadora petista Gleisi Hofmann, confirma que vai mesmo ser uma das integrantes da Comissão Especial formada por 21 senadores, responsável pela análise da admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Ela será a única paranaense na comissão, já que Álvaro Dias, do PV, e Roberto Requião, do PMDB, não foram indicados. A senadora aproveitou para criticar a indicação do senador tucano Antonio Anastasia de Minas Gerais para a relatoria da comissão.

Gleisi Hofmann disse que o senado vai analisar a questão baseado em princípios técnicos. Segundo ela, não será uma tarefa fácil, mas é possível reverter a situação a favor da presidente Dilma Rousseff.

“O nível de debate aqui será maior, mesmo daqueles que são a favor do impeachment. Nós não podemos ter instituições representativas da sociedade se comportando como a Câmara dos Deputados se comportou”, disse a senadora à Rádio CBN Curitiba.

Com informações da Agência Brasil