Rafael Greca tem contas de 2018 aprovadas na Câmara Municipal

Redação

Rafael Greca tem contas de 2018 aprovadas na Câmara Municipal

A Câmara Municipal de Curitiba aprovou em primeiro turno nesta segunda-feira (21), as contas do mandato do prefeito Rafael Greca (DEM) em 2018.

A aprovação foi feita sem ressalvas e contou com a aprovação de 36 vereadores e uma abstenção. Para ser ratificada, a proposição precisa ser votada e aprovada novamente na sessão plenária dessa terça-feira (22).

Na última quarta-feira (16), a Comissão de Economia da Câmara já havia referendado sem ressalvas o parecer do TCE-PR (Tribunal de Contas do Paraná), sobre as contas de Rafael Greca em 2016.

A análise apresentou placar de 6 a 3 entre os vereadores da comissão, sendo que a relatora Indiara Barbosa (Novo) votou a favor da aprovação com ressalvas. Além de Indiara, as vereadoras Flávia Francischini (PSL) e Professora Josete (PT) também não aprovaram sem ressalvas as contas.

As contas municipais são um conjunto de documentos de natureza contábil, financeira, orçamentária, patrimonial e operacional relativo a um exercício financeiro delimitado.

“Não podemos nunca esquecer da retomada econômica da cidade em um momento de crise. Curitiba rompeu com a tradição de deficits recorrentes. É bom afirmar que não houve nenhum atraso [de pagamentos], nenhuma despesa sem empenho”, analisou o líder do prefeito na CMC, vereador Pier Petruzziello (PTB).

“É importante frisar que 2018 foi o primeiro ano após o ajuste fiscal. O Município passou a declarar suas dívidas, como é o caso do IPMC, mas a grande marca da gestão tem sido o equilíbrio das contas. O Município estando em dia com suas obrigações, passa a ter a certidão de regularidade. É como nós negativados no Serasa”, prosseguiu o presidente da Comissão de Economia da Câmara, vereador Serginho do Posto (DEM).

“Acredito que nós temos que aprimorar os mecanismos de controle, de fiscalização, e para isso temos que facilitar o acesso de todos e todas. Os vereadores e vereadoras têm esse papel, que julgo o mais importante, de fiscalização. E também ao cidadão e cidadã que têm direto de ter acesso a essas informações”, contestou Professora Josete.

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