Ratinho Junior testa negativo e faz trabalho remoto após surto de covid-19 no Palácio Iguaçu

Vinicius Cordeiro

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O governador Ratinho Junior (PSD) fez novo teste, que deu resultado negativo, para detectar covid-19 após o surto da doença no Palácio Iguaçu, sede do governo do Paraná.

17 funcionários de diferentes áreas foram diagnosticados com a infecção nos últimos dias. Seguindo o protocolo da Sesa (Secretaria de Estado da Saúde), a administração estadual dispensou todos que atuam presencialmente.

O governador Ratinho Junior, assim como os servidores, ficará em trabalho remoto até a próxima segunda-feira (15). Na próxima semana, as equipes voltam às atividades presenciais de forma escalonada.

Até lá, Ratinho deve participar de reuniões on-line e realizar os despachos de forma eletrônica. Na manhã desta quarta (10), o governador e o chefe da Casa Civil, Guto Silva, estiveram no Palácio Iguaçu. Isso porque o processo de higienização e desinfecção dos ambientes foi iniciado no período da tarde.

Leia a íntegra da nota do governo do Paraná:

17 servidores do Palácio Iguaçu tiveram resultados confirmados para COVID 19. Seguindo o protocolo sanitário estabelecido pela Secretaria de Saúde, todos os funcionários que atuavam presencialmente foram dispensados e o trabalho será remoto a partir desta quarta-feira (10). O Palácio Iguaçu passará por um processo de higienização e desinfecção dos ambientes e será reaberto na segunda-feira (15), com a manutenção do escalonamento das equipes.

COVID-19 NO PARANÁ

O Paraná acumula mais de 728 mil casos e 12.711 mortes, conforme boletim da Sesa (Secretaria de Estado da Saúde).Ontem o estado bateu recorde de óbitos registrados em 24 horas com 212 novos óbitos.

A taxa de ocupação das UTIs está em 95%, considerando que o governo estadual abriu 698 leitos em 12 dias. Neste momento, 1.296 pessoas com suspeita ou confirmação de covid esperam na fila por leitos (UTI e enfermaria).

A gestão da Saúde, chefiada pelo secretário Beto Preto, aponta que a explosão dos números da doença é consequência da nova variante do coronavírus, conhecida como P1, que é de quatro a seis vezes mais transmissível.

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