Política
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Relatório do Tribunal de Contas aponta irregularidades nas contas de Richa

O relatório do conselheiro Fernando Guimarães, do Tribunal de Contas do Paraná (TCE-PR) aponta que constataram-se, nas c..

Andreza Rossini - 21 de setembro de 2018, 15:30

***ATENÇÃO FOTO DE ARQUIVO*** SÃO PAULO, SP, BRASIL, 03.06.2015 - O governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), durante entrevista na redação da Folha de S.Paulo, na região central de São Paulo (SP). (Foto: Keiny Andrade/Folhapress)
***ATENÇÃO FOTO DE ARQUIVO*** SÃO PAULO, SP, BRASIL, 03.06.2015 - O governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), durante entrevista na redação da Folha de S.Paulo, na região central de São Paulo (SP). (Foto: Keiny Andrade/Folhapress)

O relatório do conselheiro Fernando Guimarães, do Tribunal de Contas do Paraná (TCE-PR) aponta que constataram-se, nas contas de 2017 do ex-governador Beto Richa (PSDB), "deficiências, impropriedades e irregularidades na execução dos orçamentos e e na gestão dos recursos públicos, sintetizadas neste Relatório, que resultaram em sugestões de ressalvas, determinações e recomendações".

O Pleno Tribunal do órgão vai julgar as contas de Richa na próxima quarta-feira (26).  O Parecer Prévio do TCE-PR será encaminhado à Assembleia Legislativa, a quem legalmente cabe o julgamento das contas do chefe do Poder Executivo estadual.

O relator também questiona o uso do ParanáPrevidência para pagar dívidas do Estado. "Além disso, O PARANAPREVIDÊNCIA foi transformado em instrumento ativo e relevante da gestão fiscal, sendo que a decisão de antecipar o uso dos recursos próprios do PARANAPREVIDÊNCIA para ajudar a custear as despesas previdenciárias, com efeitos limitados no tempo, tem o simples condão de adiar o problema, transferindo-o para gestões fiscais futuras", afirma o relator.

"Todavia, cabe ressaltar o fato que vem ocorrendo nos últimos Pareceres Prévios quanto à reiteração165 das ressalvas, determinações e recomendações, que indica reflexão acerca da efetividade das mesmas, considerando que a perpetuação das deficiências e irregularidades pode trazer danos por vezes irreparáveis à Gestão Fiscal responsável e sustentável que visa manter a suportabilidade financeira da administração pública e a efetividade das políticas públicas", conclui o relatório..