Política
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Richa afirma que não houve negligência das autoridades no ataque à caravana de Lula

O governador Beto Richa afirmou que  os supostos atos de violência contra as caravanas do ex-presidente Luiz Inácio Lula..

William Bittar - CBN Curitiba - 29 de março de 2018, 14:38

Governador Beto Richa durante reunião com o secretariado.
Curitiba, 07/01/2016.
Foto: Orlando Kissner/ANPr
Governador Beto Richa durante reunião com o secretariado. Curitiba, 07/01/2016. Foto: Orlando Kissner/ANPr

O governador Beto Richa afirmou que  os supostos atos de violência contra as caravanas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no interior do estado, inclusive com dois ônibus sendo atingidos por tiros, foram algo isolado e que não houve nenhum tipo de negligência por parte das autoridades policiais.

Nesta quinta-feira (29), durante a inauguração de uma trincheira, na região Sul de Curitiba, Richa garantiu que está acompanhando as investigações e que, por enquanto, não há nenhuma informação sobre a autoria do atentado aos ônibus.

"A informação que nós temos é que houve todo tipo de atendimento, policiamento assegurando a segurança da caravana e do ex-presidente. Tenho recebido sistematicamente da Segurança Pública informações por onde passou a caravana, inclusive as denúncias de um possível atentado com tiros nos ônibus desta caravana, e a perícia está em andamento. Perícia técnica, com todas as condições, para avaliar de fato o que houve", afirmou.

O Grupo de Atuação de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e a 2ª Promotoria de Justiça de Quedas do Iguaçu informou que vai apurar os atos de violência contra a caravana. Para o Ministério Público do Paraná, o episódio se configura tentativa de homicídio.

Em nota, o Departamento da Polícia Civil do Paraná apontou que o ex-presidente Lula não estava em nenhum dos ônibus da caravana e que teria chego em Laranjeiras do Sul em um helicóptero.

O Partido dos Trabalhadores disse que a informação é mentirosa e que Lula estava em um dos ônibus que foram alvo do atentado e que não recebeu por parte do governo do estado a segurança solicitada duas semanas antes da passagem do ex-presidente pelo Paraná.