Política
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TSE nega resposta a Bolsonaro por vídeo usado em campanha de Alckmin

O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou na noite desta terça-feira (18) direito de resposta ao candidato à..

Agência Brasil - 18 de setembro de 2018, 22:04

Abertura para a Imprensa do Encontro Regional - América Latina do Fórum econômico Mundial.
O governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, participa da abertura para a Imprensa do Encontro Regional - América Latina doFórum econômico Mundial, em coletiva realizada no Palácio dos Bandeirantes. Local: São Paulo/SP Data: 13/03/2018 Foto: Governo do Estado de São Paulo
Abertura para a Imprensa do Encontro Regional - América Latina do Fórum econômico Mundial. O governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, participa da abertura para a Imprensa do Encontro Regional - América Latina doFórum econômico Mundial, em coletiva realizada no Palácio dos Bandeirantes. Local: São Paulo/SP Data: 13/03/2018 Foto: Governo do Estado de São Paulo

O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou na noite desta terça-feira (18) direito de resposta ao candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) por vídeo utilizado na campanha de Geraldo Alckmin (PSDB).

No vídeo veiculado na TV pela campanha de Alckmin, Bolsonaro aparece na Câmara dos Deputados discutindo com a deputada Maria do Rosário (PT-RS) e com uma jornalista. Ele xinga as duas mulheres e ameaça agredir fisicamente a deputada.

Ao final, a propaganda questiona o telespectador: “Você gostaria de ter um presidente que trata as mulheres como o Bolsonaro trata?”.

Em decisão liminar proferida anteriormente o relator do caso, ministro substituto Sergio Banhos, já havia julgado que “não se verificam, na propaganda eleitoral impugnada, as irregularidades apontadas pelos representantes e considerou que a propaganda de Alckmin está protegida pelo princípio da liberdade de expressão”.

A defesa de Bolsonaro alegou que a propaganda desvirtua o verdadeiro comportamento do candidato e usa falas suas fora de contexto.

Em seu voto o ministro Luiz Roberto Barroso defendeu que “a liberdade de expressão abrange críticas ácidas a postulantes de mandatos eletivos e é essencial para a formação de um espaço público de debate”.