Política
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Voto em Greca custou R$ 5,14, em Ney, R$ 6,37. Em Maria Victória, R$ 23,67

Vencedor do primeiro turno das eleições municipais em Curitiba, o candidato Rafael Greca (PMN) declarou à Justiça Eleito..

Roger Pereira - 04 de outubro de 2016, 19:17

Vencedor do primeiro turno das eleições municipais em Curitiba, o candidato Rafael Greca (PMN) declarou à Justiça Eleitoral ter empenhado R$ 1,8 milhão em despesas até a última sexta-feira em sua campanha. Dividindo este valor pelos 356.539 votos recebidos pelo ex-prefeito, chega-se a um custo por voto de R$ 5,14, um dos menores da eleição da capital. O voto em Ney Leprevost (PSD) foi pouco mais de um real mais caro. Cada um dos 219.727 votos recebidos pelo deputado estadual custou R$ 6,37, uma vez que ele registou, também até sexta-feira, R$ 1,4 milhão em despesas contratadas.

O custo por voto dos dois candidatos que alcançaram o segundo turno nas eleições em Curitiba é bem menor que o do candidato à reeleição, Gustavo Fruet (PDT), que ficou na terceira posição. Dono da campanha mais cara, Fruet contratou despesas no valor de R$ 2,6 milhões, o que corresponde a R$ 14,37 para cada um dos 186.067 votos que recebeu. A prestação de contas de Fruet, no entanto, foi entregue no sábado, um dia depois das contas dos demais candidatos. O maior gasto por eleitor, no entanto, não foi o do atual prefeito. A quarta colocada, Maria Victória (PP) registrou gastos de R$ 1,2 milhão na campanha e, com 52.576 votos gastou R$ 23,67 para cada eleitor que a escolheu para administrar Curitiba.

As campanhas relativamente mais baratas foram de Tadeu Veneri, R$ 3,94 para cada um dos 39.758 votos (custo total de R$ 156,9 mil) e Requião Filho, R$ 3,98 por voto (R$ 207 mil de gastos e 52.017 votos).