Comércio ilegal de armas é alvo de operação do Gaeco e Polícia Militar

Fernando Garcel


O Ministério Público do Paraná, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), deflagrou a Operação Pipeline II, que apura suspeita de comércio ilegal de armas e formação de milícia nesta terça-feira (2).

Em conjunto com a Polícia Militar, o Gaeco cumpriu nove mandados de busca e apreensão nas cidades de Curitiba e Almirante Tamandaré, Itaperuçu, Colombo e Campo Magro, na região metropolitana da capital. Uma pessoa foi presa em flagrante por posse ilegal de armas e munições.

Além do flagrante, foram apreendidos celulares, documentos, um computador e cheques sem aparente origem lícita. Os alvos da operação são cinco pessoas, dentre as quais um ex-policial militar e um empresário ligado ao ramo de segurança. A operação também encontrou um veículo suspeito de ter sido usado em um homicídio há cerca de dois meses em uma chácara.

Desdobramento

A ação do Gaeco é um desdobramento da Operação Pipeline que, em 20 de julho, prendeu duas pessoas, incluindo um policial militar, suspeitos de participação em um assalto realizado com veículo de uso da polícia descaracterizado.

Segundo as investigações do Gaeco, ambos participaram de um assalto, em agosto de 2015, em Itaperuçu, na região Região Metropolitana de Curitiba (RMC), e levaram cerca de R$ 40 mil, além de equipamentos eletrônicos, com o uso de um veículo descaracterizado da polícia. O assalto teria acontecido por três pessoas, mas uma deles já está falecida.

Na casa do policial, cuja prisão preventiva foi determinada pelo Juízo de Rio Branco do Sul, também na RMC, foram encontrados R$ 222 mil, cinco quilos de maconha, armas pessoais e silenciador. Com o outro suspeito, foi encontrado o celular da vítima.

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