Exposição faz homenagem ao curitibano Lápis

Guilherme Grandi


Com Metro Jornal

A exposição “Todas as Pontas do Lápis” acaba de estrear no Museu da Imagem e do Som do Paraná, em homenagem ao compositor paranaense Palminor Rodrigues Ferreira.

A mostra faz um panorama pela trajetória de vida e obra do artista e expõe itens como o violão do cantor, discos, partituras, manuscritos de suas canções e objetos de uso pessoal.

O público também pode conferir uma projeção em vídeo que reúne depoimentos de amigos, parentes e parceiros, além de um ambiente interativo com o cenário de um bar, local preferido do sambista e que serviu de grande inspiração para grande parte de suas composições.

Conhecido como Lápis, Palminor foi um cantor popular paranaense que se consagrou por sucessos como a canção “Vestido Branco”, composta quando tinha apenas 18 anos.

Músico desde os 11 anos de idade, época em que já tocava pandeiro na Rádio Marumbi, o cantor paranaense desenvolveu trabalhos em parceria com grandes nomes, como Eliana Pittman, Paulinho da Viola e Rubens Rolim.

Ao longo de sua trajetória, Palminor Rodrigues compôs músicas para os Originais do Samba, Eliana Pittman (“Silêncio”) e Dóris Monteiro (“Liberdade” e “Volta do Sertanejo”), além de ter sido o vencedor do 1º Festival Paranaense de Música Popular Brasileira.

A exposição, que integra a programação do Mês da Consciência Negra, fica em cartaz até 18 de fevereiro de 2018.

Serviço:
De terça a sexta das 9h às 17h e aos sábados e domingos das 10h às 16h no Museu da Imagem e do Som do Paraná (Rua Barão do Rio Branco, 395, Centro).
Entrada franca.

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