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Justiça manda prender médico acusado de matar Renata Muggiati

A Justiça do Paraná decretou nova prisão do médico Raphael Suss Marques, acusado de matar a fisiculturista Renata Muggia..

Andreza Rossini - 21 de janeiro de 2017, 09:20

A Justiça do Paraná decretou nova prisão do médico Raphael Suss Marques, acusado de matar a fisiculturista Renata Muggiati em setembro de 2015. De acordoc om a juiza responsavel pelo caso, o médico representa risco à ordem pública.

Ele se tornou réu na justiça na última quinta-feira (19) por agredir a mãe do filho dele.

Rphael foi preso pela primeira vez em janeiro de 2016 e, em seguida, conseguiu liberdade provisória. Em dezembro do mesmo ano ele foi detido novamente, acusado de agredir outra ex-namorada, mãe do filho dele. Ele permanece detido.

Com a decisão, se a defesa do médico não consgeuir reverter a prisão de Raphael de dezembro, ele não vai deixar a cadeia, após cumprir a prisão preventiva.

De acordo com a delegada Samia Coser, o médico confirmou que xingou a mãe do filho dele. "Ele nega a agressão. Ele fala que realmente os dois discutiram, e que realmente ele a xingou. Porém, ele diz que com relação a agressão, ela 'foi pra cima dele' e ele a empurrou. Deu um tapa nela no sentido de segurá-la, porque ela estaria vindo agredi-lo", conta.

Por outro lado, segundo a delegada, a vítima mostrou marcas da agressão. "Com esse tapa, ela se desequilibrou e bateu o braço na parede. Então ela tem uma lesão aparente no braço e no momento da agressão ela ficou com um lesão aparente no peito".

"Ele a xingou, a ameaçou, dizendo que ia 'acabar com a vida dela', acabar com ela, o que fez que naturalmente ela ficasse com grande temor", relata a delegada.

Morte de Renata Muggiati

Renata morreu na noite de 12 de setembro de 2015. A suspeita é de que ela tenha sido asfixiada e atirada da janela do 31º andar pelo namorado. Fotos e mensagens enviadas por celular, que constam no processo, reforçam a tese de que ela era vítima constante de agressões.

Ele nega o crime e alega que Renata se suicidou.

Foram realizados, ao todo, três exames no corpo de Renata – dois deles apontaram que ela teria sido asfixiada antes de cair pela janela. O último exame, feito após a exumação do corpo, concluiu que a atleta foi morta antes da queda.  O processo corre em segredo de Justiça.