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Lula quer comandar o país tendo Dilma como “Rainha da Inglaterra”

 Preocupado com a “República de Curitiba” e com o xerife Sérgio Moro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Si..

Redação - 07 de julho de 2016, 11:36

23/03/2016- São Paulo- SP, Brasil- O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa hoje (23) de um evento organizado por centrais sindicais na Casa de Portugal, no bairro da Liberdade, centro de São Paulo. O ato, segundo as centrais, defende “a democracia e o Estado de Direito” e é contrário ao processo de impeachment da presidente da República Dilma Rousseff, chamado por eles de golpe. Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula
23/03/2016- São Paulo- SP, Brasil- O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa hoje (23) de um evento organizado por centrais sindicais na Casa de Portugal, no bairro da Liberdade, centro de São Paulo. O ato, segundo as centrais, defende “a democracia e o Estado de Direito” e é contrário ao processo de impeachment da presidente da República Dilma Rousseff, chamado por eles de golpe. Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula

 

Preocupado com a “República de Curitiba” e com o xerife Sérgio Moro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva continua esperneando.. Em editorial desta quinta-feira, o Estadão diz que Lula viajou a Brasília disposto a convencer senadores a votar contra o impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff com um argumento fantástico: com sua ex-pupila de volta ao Planalto, ele próprio assumirá de fato o comando do País para executar uma redentora “nova política econômica”. Paralelamente, para prevenir a eventualidade de más notícias na Operação Lava Jato que atrapalhem a execução de seus planos, Lula determinou a seus advogados que entrassem com um recurso de “exceção de suspeição” contra o juiz Sérgio Moro, solicitando seu afastamento dos três inquéritos em que é investigado por corrupção no âmbito da 13.ª Vara Criminal Federal, na capital paranaense.

Os advogados de Lula protocolaram terça-feira na Justiça Federal do Paraná um pedido para que Sergio Moro se declare suspeito para julgar os processos que envolvem o ex-presidente. Afirmam que o líder petista “não teme ser investigado nem julgado por qualquer juiz: quer justiça e um julgamento imparcial, simplesmente”. E deve querer também um magistrado que acredite em histórias da Carochinha, como a de que frequenta regularmente com toda a família um confortável sítio reformado a seu gosto em Atibaia apenas para atender a insistentes convites de amigos generosos. (Estadão).