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Maringaenses da Stolen Byrds preparam lançamento do novo EP para daqui três meses

Com Metro Jornal MaringáStolen Byrds já se consagrou como uma das principais bandas de rock da cena maringaense. ..

Caderno Gente - 17 de janeiro de 2017, 13:13

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Com Metro Jornal Maringá

Stolen Byrds já se consagrou como uma das principais bandas de rock da cena maringaense. Com dois albuns lançados – o primeiro ‘Gypsy Solution’ e o segundo ‘Stolen Byrds’ – a banda maringaense mostrou diferentes facetas nesses dois trabalhos, evidenciando a característica ‘Stolen Byrds de ser’, principalmente, em seu álbum homônimo.

Este ano a banda lança um EP com seis músicas e o Metro Jornal conversou com Edwardes Neto, vocalista da banda, sobre o novo trabalho.

O que esse EP traz de novo em relação aos dois últimos álbuns?

O tempo de produção bem mais curto do que os trabalhos anteriores. Além desse trabalho ser musicalmente mais pesado. Soa mais como “é isso aí, ouçam no talo”.

No segundo álbum vocês destacaram diversas referências, como ‘Queens Of Stone Age’. Para esse novo EP, quais foram as principais referências?

A todo momento estamos ouvindo diferentes artistas. É difícil falar por todos os integrantes, mas INKY, Rival Sons, Morphine, Muñoz, MC5, Rage Against the Machine e Red Hot Chilli Peppers são coisas que normalmente estamos ouvindo, o que acaba nos inspirando também, totalmente.

O que falta para o EP ficar pronto?

Estamos trabalhando para rolar uma boa distribuição do conteúdo e isso envolve um baita trabalho, tanto burocrático, quanto artístico, além do fato de estarmos trabalhando mais na questão visual, para que tudo saia de maneira que o público tenha o contato com a nossa imagem e o que isto quer dizer, ou seja, clipes, fotos e vídeos, entre outros. Dois álbuns e um EP.

Stolen Byrds permanece em Maringá ou vai migrar para alguma outra cidade, como fez o Corona Kings? Qual a importância de ficar em Maringá e de sair da Cidade Canção?

É o nosso próximo passo. Ficar na cidade é importante pelo fato de que aqui estão fixadas as nossas raízes e é o local a onde temos o contato com artistas gigantes e pessoas com as quais aprendemos muito. No entanto, a liberdade e as oportunidades que se abrem no momento em que você está em outros lugares ou simplesmente na estrada é algo que sempre nos motivou. Ir para outra cidade é como vivenciar um novo mundo, este novo mundo é para onde vamos a todo momento, deixar-se ir, ou ir para frente. É isso. Este é o sentido