Metro Maringá destaca o juiz Sérgio Moro, um maringaense que vem abalando o Congresso Nacional

Redação


Com matéria especial enfocando as ações do juiz maringaense, Sérgio Moro, e o aniversário de Maringá, o Grupo JMalucelli Maringá lança, nesta terça-feira, o jornal Metro Maringá que passará a circular diariamente a partir de junho. Moro, 43 anos, tímido, inquieto, é um juiz federal dedicado que vem despertando no País o sentimento de cidadania com seu intransigente combate à corrupção.

Este maringaense, que frequentou as escolas Santa Cruz, Gastão Vidigal, a Faculdade de Direito de Maringá e, hoje, professor a Universidade Federal do Paraná, abalou a política nacional, rachou as estruturas do Congresso Nacional e do Palácio do Planalto e colocou na cadeia, os poderosos que enriqueceram as custas da corrupção crônica e até então incurável.

Moro mostrou à sociedade que foi às ruas e hoje o apoia que é possível transformar a nação, reduzindo a corrupção que desvia dos cofres públicos mais de R$ 200 bilhões por ano, dinheiro que poderia ser transformado em comida para quem tem fome, remédio para quem está doente e em educação para quem está no ranking dos índices mais baixos no ensino fundamental.

Este juiz, em suas ações, alertou as lideranças políticas, mostrando que não há mais lugar para meros despachantes de interesses de grupos e pessoal no picadeiro amestrado chamado Congresso Nacional, mas, sim, um desafio de assumir de maneira radical e concreta a coordenação do processo de reorganização da sociedade brasileira, sociedade que revelou seu cansaço e busca resgatar sua importância dentro do processo democrático.

Moro fez, também, despertar a confiança do empresariado para que ele volte a investir, gerando divisas e empregos. O Brasil passa por um momento difícil não apenas na área política, mas também econômica, porém, há expectativas de que o próximo ciclo virá pelo aumento dos investimentos essencial para promover a produtividade e a competitividade.

Isso será possível através de lideranças empresariais honestas que descartem licitações fraudulentas que sangram os cofres públicos em benefícios de poucos e gananciosos políticos. O Brasil tem um imenso mercado consumidor, nossa grande capacidade de exportar commodities e o espírito trabalhador e empreendedor dos brasileiros são pilares para a retomada.

Aos governantes ficam a tarefa, obrigatória, de melhorar a infraestrutura, o ambiente de negócios, a previsibilidade das regras e a produtividade. Para crescer no mundo globalizado, temos que qualificar o trabalhador e elevar sua produção média. Educação de qualidade é a chave do sucesso.

A era Moro nos remete ao que passamos a vida repetindo que a impunidade dos ricos e poderosos é um dos vexames do Brasil: só pegam peixe miúdo. A força-tarefa e Moro vem lotando as carceragens de Curitiba com tubarões, donos do poder econômico e maus políticos, principais atores da crise moral que sangram os brasileiros para obter benefícios próprios.

Agora, depois que o juiz Sérgio Moro condenou o megaempresário Marcelo Odebrecht a quase 20 anos de prisão, seus companheiros de falcatruas que ainda não falaram estão retirando senha para entrar na fila da delação. O próprio empresário se inclina a abrir a boca a fim de reduzir sua pena.

Graças a este maringaense, nunca chegamos tão longe no combate às relações promíscuas entre os donos do poder e os donos do dinheiro.

Esta faxina que vem sendo feita no país pelo Ministério Público Federal, Justiça Federal, Polícia Federal não deve ter solução de continuidade, mas, sim, ser ampliada além dos foros privilegiados. Moro sobreviveu aos golpes baixos de Lula. Sobreviveu às armadilhas do Palácio do Planalto e não dá sinais de fraqueza, mesmo que as ações da Lava Jato, por enquanto, não tenha surtido o efeito desejado.

O juiz Sérgio Moro não pediu para ser personagem mundial, herói ou ídolo. Não pediu títulos de cidadão honorário, personagem VIP ou qualquer coisa no sentido personalista. Ele vem conquistando estes títulos através de ações duras contra a corrupção endêmica e a impunidade cínica. Moro é herói nacional.

Há um naco de esperança à beira do precipício e existem grãos de areia neste terreno fértil que reacendem a esperança dos jovens e lançam luz sobre o país.

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