Mudança no comando da Nação e os problemas no quintal de casa

Redação


Foto: Lula Marques/ Agência PT
Foto: Lula Marques/ Agência PT

Faltam apenas algumas horas para a nação brasileira virar mais uma página dos sucessivos erros de gestão que levaram a maioria dos brasileiros a perder o sono com inflação alta, desemprego, empresas fechando portas e sem perspectivas futuras. O Senado decide hoje os futuros da presidente Dilma Rousseff, que pode voltar para casa, e de Michel Temer que deverá assumir esse pesado fardo e terá que dar conta sob o risco de, também, ser hostilizado pela população.

Mônica e Solange, uma moradora do bairro Nova Itália e outra do bairro Borba Gato, em Maringá, não estão nem aí com o possível impedimento da presidente Dilma Rousseff (PT), ou troca de governo com Michel Temer (PMDB). “Sei que todos são farinha do mesmo saco e que não vão resolver em nada, principalmente o nosso problema, aqui nos nossos bairros, que é o lixo”.

A exemplo de Solange e Mônica, grande parte da população brasileira não está acompanhando esse processo, por mais que a imprensa e as redes sociais  tenham divulgado exaustivamente. São pessoas que não acreditam mais nos políticos justamente por observarem, nos meios de comunicações,  trapalhadas como a do maranhense Waldir Maranhão.

Ao mesmo tempo em que Mônica e Solange não estão preocupadas com quem vai deixar ou assumir o governo e estão mais focadas no quintal de suas casas, a maioria dos brasileiros se despertou para o exercício da cidadania e está acompanhando com olhos e ouvidos bem atentos à questão nacional.

Essa parcela da sociedade deve estar sentindo na carne os efeitos de uma inflação alta, de recessão e desemprego de algum membro da família. Ativistas ou não, querem mudança no Brasil e apostam na eficiência do juiz federal, Sergio Moro que vem dando mostra de como é possível transformar o Brasil em uma nação melhor e digna.

Mônica e Solange, como disse, torcem o nariz para Dilma, Lula e Temer, além de toda a classe política, mas sabem quem é Sérgio Moro. “Vejo na televisão ele mandando prender ladrões que roubam o dinheiro do povo”, observa Solange, enquanto Mônica se orgulha de ele ser maringaense e admirado, também, por seus filhos que acham que este juiz poderá proporcionar vida melhor a todos, como se ele fosse, hoje, efetivamente, o  presidente do Brasil.

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